Rádio Observador

Michael Jackson

E se o moonwalk de Michael Jackson tivesse sido inspirado num filme dos anos 70?

Faz esta terça-feira dez anos que o rei da Pop morreu. Cantor, dançarino, compositor, imortalizou o moonwalk. Mas onde se inspirou o músico?. Há quem diga que foi nesta cena de "O Principezinho".

Michael Jackson imortalizou o moonwalk nas suas atuações

Getty Images

O estilo de dança de Michael Jackson é um marco. Morreu faz esta terça-feira exatamente dez anos e para a História deixa os movimentos súbitos e em pontas dos pés, a mão no chapéu e, claro, o famoso moonwalk. Mas todos têm uma fonte de inspiração — e o rei da pop também, escreve o ABC.

Sim, é verdade: o tão conhecido moonwalk, que Michael Jackson tornou famoso em 1983 ao cantar “Billie Jean”, pode na verdade ter sido inspirado numa cena de um filme. Nove anos antes, o realizador, dançarino e coreógrafo Bob Fosse protagonizou uma cena de dança em “O Principezinho”. Bob Fosse encarnava uma serpente e a coreografia é em tudo semelhante à performance de Michael Jackson em palco.

A própria indumentária do dançarino (a começar pelos sapatos e meias brancas) aproxima-se do estilo de Michael Jackson. E o moonwalk que o cantor pop tanto protagonizou ao longo da carreira e tornou imortal pode mesmo ser visto em “fase embrionária” na coreografia de Fosse.

Os primeiros relatos de moonwalk remontam aos anos 30. Na altura, o cantor de jazz e dançarino Cab Calloway usou o passo nas suas atuações, assim como outros artistas. Mas o moonwalk ainda não existia: Cab Calloway chamou ao passo “The Buzz”. A partir daí, o movimento começou a pegar. Nos anos 40, foi a vez das atrizes Judy Garland e Margaret O’Brien fazerem um passo semelhante no filme “Under the Bamboo Tree”. Seguiu-se o ator e comediante Dick Van Dyke e o dançarino afro-americano Bill Bailey.

Nos anos 70, o trio de lutadores de wrestling Michael “Pure Sexy” Hayes, Terry Gordy e Buddy Roberts chegou mesmo a adoptar o moonwalk como forma de entrada em ringue. Mas foi nos anos 80 que o original “The Buzz” passou eternamente a moonwalk, com o rei da pop tornar o movimento famoso.

Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009, em Los Angeles. Estaria hoje quase a completar 60 anos. Preparava-se na altura para um regresso aos palcos com This Is It, uma série de concertos. Iniciou a carreira em 1971 e tornou-se o artista mais rico de sempre. Vendeu em vida 1,5 mil milhões de álbuns — o mais famoso foi Thriller (1982). Entre polémicas e excessos, o nome do cantor continua —  continuará — entre os “grandes” da música mundial.

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros de órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Maioria de Esquerda

A síndrome Maria Heloísa /premium

André Abrantes Amaral

Não pensem que a maioria absoluta livra o PS do BE ou do PCP. Tanto um como outro são já parte integrante do PS que recebeu de braços abertos membros que, noutras eras, teriam aderido ao PCP ou ao BE.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)