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Novo parque de campismo em Ponte de Lima custa 1,5 milhões e cria 24 empregos

Parque de campismo terá capacidade total para 126 utentes, através da recuperação e adaptação das instalações de um antigo estabelecimento de restauração e bebidas e da implantação de 14 ‘bungalows’.

O empreendimento já foi declarado de interesse público municipal, por unanimidade, pela Assembleia Municipal de Ponte de Lima

Getty Images

Uma empresa vai instalar um parque de campismo na Gemieira, em Ponte de Lima, num investimento de 1,5 milhões de euros que criará 24 postos de trabalho, dos quais nove diretos.

Um despacho dos secretários de Estado do Turismo e das Florestas e do Desenvolvimento Rural publicado nesta sexta-feira em Diário da República declara o “relevante interesse público” daquele investimento em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo.

A declaração viabiliza a ocupação de uma área de 1.201 metros quadrados de solos abrangidos pelo regime da Reserva Agrícola Nacional (RAN).

O parque de campismo terá capacidade total para 126 utentes, através da recuperação e adaptação das instalações de um antigo estabelecimento de restauração e bebidas e da implantação de 14 ‘bungalows’ e de três edifícios destinados a instalações e equipamentos de apoio.

O empreendimento já foi declarado de interesse público municipal, por unanimidade, pela Assembleia Municipal de Ponte de Lima.

O projeto conta também com um parecer favorável do Turismo de Portugal, no qual se reconhece que se trata de um parque de campismo “de cariz diferenciador, pela aposta no turismo de natureza e na sustentabilidade ambiental da oferta de alojamento, e em novas realidades de alojamento, tirando partido de uma localização favorecida junto do rio Lima e da proximidade a diversas áreas inseridas na rede nacional de áreas protegidas”.

O Turismo de Portugal sublinha que o investimento se enquadra na Estratégia para o Turismo 2027, em particular no eixo Valorizar o Território e as Comunidades, designadamente por o projeto “potenciar economicamente o património natural e rural, assegurando a sua conservação, e promover a regeneração urbanística e o desenvolvimento sustentável dos destinos”.

A Direção Regional de Agricultura e Pescas do Norte e a Entidade Nacional da Reserva Agrícola deram igualmente pareceres favoráveis.

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