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Curta-metragem “Sleepwalk” de Filipe Melo distinguida em Espanha

Este ano, competiam no Festival Ibérico de Cinema, em Badajoz, cinco curtas-metragens portuguesas: "Sleepwalk", "Equinócio", "Por Tua Testemunha", "Nevoeiro" e "Rio entre as Montanhas".

O festival distinguiu ainda o ator Fernando Rodrigues com o prémio AISGE para a Melhor Interpretação Masculina, em "Por tua testemunha", de João Pupo

Reprodução / Site Sleepwalk

Autor
  • Agência Lusa

O filme “Sleepwalk”, do português Filipe Melo, recebeu o prémio Onofre à Melhor-Curta Metragem do 25.º Festival Ibérico de Cinema, que decorreu em Badajoz, Espanha, e no qual foram distinguidos outros portugueses, foi anunciado nesta segunda-feira.

“Sleepwalk”, uma adaptação ao cinema do conto em banda desenhada com o mesmo nome, da autoria de Filipe Melo e Juan Cavia, publicado em 2017 na revista Granta Portugal, venceu o prémio Onofre à Melhor Curta-Metragem, no valor de três mil euros, de acordo com a organização do festival, num comunicado divulgado nesta segunda-feira.

Além de “Sleepwalk”, o festival, que terminou no sábado, distinguiu ainda o ator Fernando Rodrigues com o prémio AISGE para a Melhor Interpretação Masculina, em “Por tua testemunha”, de João Pupo, e “Equinócio”, de Ivo M. Ferreira, com o prémio AEC para Melhor Fotografia, da responsabilidade de João Ribeiro.

Este ano, competiam no festival cinco curtas-metragens portuguesas: “Sleepwalk”, “Equinócio”, “Por Tua Testemunha”, “Nevoeiro”, de Daniel Veloso, e “Rio entre as Montanhas”, de José Magro.

Além disso, na abertura do festival foi exibido “Raiva”, de Sérgio Tréfaut, uma adaptação ao cinema de “Seara de Vento”, de Manuel da Fonseca.

No 25.º Festival Ibérico de Cinema, o prémio Onofre para Melhor Realização foi atribuído a “Mujer sin hijo”, de Eva Saiz. No mesmo filme, foi distinguida a atriz Susana Alcántara, com o prémio AISGE para Melhor Interpretação Feminina.

O prémio Onofre de Melhor Argumento foi atribuído a Jordi Capdevilla, por “Hawaii”, e o de Melhor Música Original a Johan Söderqvist, pelo trabalho em “La Noria”, de Carlos Baena.

“Requiem”, de Juanma Juárez, recebeu o Prémio do Público de Badajoz, “Miedos”, de Germán Sancho, o Prémio do Público de San Vicente de Olivença, e “La octava dimensión”, de Kike Maíllo, o Prémio do Público de San vicente de Alcántara.

O 25.º FIC é patrocinado pelo Governo Regional da Extremadura, Diputación de Badajoz, Consórcio do Teatro López de Ayala, Gabinete de Iniciativas Transfronteiriças e municípios das cidades envolvidas, assim como por outras entidades.

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