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Festival Marés Vivas em Gaia regressa em 2020 no terceiro fim de semana de julho

Depois de ter mudado o Festival em 2018 para a Antiga Seca do Bacalhau em Gaia, Jorge Lopes, responsável pela PEV Enterteinment revelou que este não é ainda o local definitivo.

Este ano, o Marés Vivas teve lotação "completamente esgotada" nos três dias, superando as 100 mil pessoas

JOSÉ COELHO/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

O Festival Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia, regressa em 2020 no terceiro fim de semana de julho e a pensar numa nova localização, disse à Lusa o responsável da PEV Entertainment, Jorge Lopes.

Depois de ter mudado em 2018 para a Antiga Seca do Bacalhau em Gaia, a 500 metros da antiga localização, Jorge Lopes revelou que este não é ainda o local definitivo.

Afirmando estar a trabalhar numa solução definitiva para o Marés Vivas, o responsável explicou que na atual localização, pertencente a privados, vão ser construídos prédios no futuro.

“Estamos a tratar de arranjar uma solução definitiva, esta como está agrada-nos, estas duas edições correram bem, mas começa a ficar impossível manter-nos cá”, reforçou.

Contudo, Jorge Lopes garantiu que o festival vai continuar a realizar-se em Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, e próximo do rio.

A edição de 2020 já está a ser trabalhada, adiantou, divulgando que se realizará no terceiro fim de semana de julho “muito provavelmente” de 17 a 19 de julho, referiu.

“Muito provavelmente de 17 a 19 porque ainda não está decidido se será de quinta-feira a sábado ou de sexta-feira a domingo, à semelhança deste ano. Depende muito da disponibilidade dos artistas”, explicou.

Este ano, o Marés Vivas teve lotação “completamente esgotada” nos três dias, superando as 100 mil pessoas, afirmou.

Já sobre os artistas que subiram ao palco principal, apesar de considerar todos os concertos “fantásticos”, Jorge Lopes destacou a atuação dos Ornatos Violeta, no sábado à noite, naquele que foi o segundo de três concertos de comemoração dos 20 anos de “O Monstro Precisa de Amigos”, segundo álbum da banda que se separou em 2002.

A atuação deles foi “absolutamente fantástica”, considerou.

Por seu lado, o presidente da Altice Portugal, Alexandre Fonseca, principal patrocinador do evento, falou numa parceria de “sucesso” e garantiu que a marca continuará a apoiar a música e o entretenimento em Portugal.

Questionado sobre se no próximo ano o festival continuaria a ter a sua assinatura, Alexandre Fonseca assumiu que será muito provável que sim porque mais do que a marca possa trazer, o objetivo é apoiar a música, os festivais e o entretenimento.

“A tecnologia é algo que nós vamos continuar a trazer porque enquanto o Sting, a título de exemplo, atuava víamos centenas de milhares de pessoas a partilhar nas suas redes sociais o concerto”, frisou.

Durante três dias, e dividido por quatro palcos, o Marés Vivas recebeu mais de 40 espetáculos com destaque para Keane, Kodaline, Ornatos Violeta e Sting.

Mando Diao, Carlão, Don Broco, Tiago Nacarato, Morcheeba, HMB, João Só, Biya, Maria Bradshaw, Tainá, Valas, Domi, Bispo, Miguel Sete Escacas, Nuno Lacerda e Pedro Neves foram outros dos artistas a comporem o cartaz.

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