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Economia

Angola tem queda de 0,4% no crescimento no primeiro trimestre

A economia angola apresenta um crescimento negativo de 0,4% no primeiro trimestre do ano. As atividades que mais contribuíram para este cenário foram a estração e refinação do petróleo e gás natural.

Economia angolana regressou aos crescimentos negativos no primeiro trimestre, de 0,4%, depois de no último trimestre de 2018 ter crescido 2,6%

PAULO NOVAIS/EPA

Autor
  • Agência Lusa

O Instituto Nacional de Estatística (INE) de Angola disse esta terça-feira que a economia angolana regressou aos crescimentos negativos no primeiro trimestre, de 0,4%, depois de no último trimestre de 2018 ter crescido 2,6%.

“O desempenho das atividades económicas no primeiro trimestre de 2019 em relação ao primeiro trimestre de 2018, em termos de variação negativa, é atribuído fundamentalmente às atividades de Comércio (-3,2%), Financeiras (-4,8%), Industria Transformadora (-6,5%), Telecomunicac¸o~es (-6,8%), Petróleo (-6,9%)”, lê-se na nota divulgado pelo INE, que dá conta da evolução do PIB nos primeiros três meses deste ano em comparação com o período homólogo do ano passado.

No comunicado, o Instituto responsável pelas estatísticas em Angola explica que “as atividades que mais contribuíram, em termos de participação, e constituíram fatores importantes para o desempenho das atividades no PIB do primeiro trimestre de 2019 foram a Extração e refinação do petróleo bruto e gás natural, com 33%, seguida do Comércio, com 15%, Construção, com 12%, Administração Pública, com 8%, Serviços Imobiliários e Aluguer, com 6%, Outros Serviços, com 6%, e AgroPecuária e Silvicultura, com 4%”.

O crescimento negativo do primeiro trimestre está em linha com as previsões dos analistas, que têm, nas últimas semanas, revisto em baixa a previsão de andamento da economia, havendo quem anteveja uma nova recessão, como a Capital Economics e a Economist Intelligence Unit, ou uma estagnação, como a FocusEconomics.

Em abril deste ano, o Governo angolano reviu em baixa a estimativa de crescimento, de 3,2% este ano esperados no final do ano passado, para 0,4%.

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