A secretária geral da FIFA e número dois do organismo, Fatma Samoura, recomendou, esta sexta-feira, que o Campeonato do Mundo feminino seja alargado para 32 seleções, em 2023, ao invés do atual formato com 24.

Numa carta dirigida ao organismo que rege o futebol mundial, a dirigente senegalesa deu conta da sua intenção para que se “aprove a decisão de expandir o Mundial” o quanto antes.

Na mesma nota, Fatma Samoura defende que o Campeonato do Mundo com 32 seleções tornaria a competição “altamente competitiva”.

Em 05 de julho, em Lyon, precisamente dois dias antes dos Estados Unidos se sagrarem campeões mundiais pela quarta vez, ao vencerem na final a Holanda, por 2-0, o líder máximo da FIFA, Gianni Infantino, já havia referido que essa expansão poderia acontecer na próxima edição, em 2023, tal como sucedeu no modelo masculino, que em 2026 terá 48 seleções.

“Não devemos perder tempo, temos de trabalhar e nada é impossível. Se olharmos para o sucesso deste Mundial, temos que ver ainda maior”, referiu então Infantino.

Brasil, Austrália, Argentina, Bolívia, Colômbia, Japão, África do Sul, Nova Zelândia e Coreia do Sul, com uma eventual associação à Coreia do Norte, são os países candidatos a acolher a edição de 2023.