Os hotéis e as pensões de Macau receberam quase sete milhões de pessoas nos primeiros seis meses do ano, um ligeiro aumento de 1% face a igual período do ano passado, foi esta terça-feira anunciado.

Em comunicado, os Serviços de Estatística e Censos (DSEC) indicaram que, entre janeiro e junho, ficaram hospedadas no território 6.939.000 pessoas, por um período médio de 1,5 noites.

No primeiro semestre do ano, a taxa de ocupação média atingiu 91,1%, uma subida homóloga de 1,1 pontos percentuais.

O número de visitantes que se hospedaram nos hotéis e pensões representou, no período em análise, 70% do total de turistas.

Só em junho, os hotéis e pensões do território hospedaram 1.119.000 de pessoas, o que ainda assim representa uma descida de 3,4% em termos anuais.

Neste mês, o número de hóspedes provenientes do interior da China (752.000), de Hong Kong (128.000) e de Taiwan (38.000) baixaram 1,7%, 6,7% e 12,2%, respetivamente.

Em sentido inverso, o número de hóspedes oriundos da Coreia do Sul aumentou 7,2%, para 42.000, indicou a DSEC.

Neste último mês, a taxa de ocupação média atingiu 89,5%, menos 0,3 pontos percentuais, em termos anuais.

A DSEC salientou que a taxa de ocupação dos hotéis de cinco estrelas (90,7%) e de quatro estrelas (89,7%) diminuíram, em junho, 0,2 e 1,6 pontos percentuais.

No final de junho, existiam em Macau 119 hotéis e pensões em atividade (mais três, em termos anuais), disponibilizando um total de 39.000 quartos, um ligeiro aumento de 0,1%.

O visitante refere-se a qualquer pessoa que tenha viajado para Macau por um período inferior a um ano, um termo que se divide em turista (aquele que passa pelo menos uma noite) e excursionista (aquele que não pernoita).

Mais de 14 milhões de visitantes alojaram-se nos hotéis e pensões de Macau no ano passado, ou mais 7,2% em relação a 2017, de acordo com dados oficiais.