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Filho de Clint Eastwood, jazz, clássica, circo e folk passam por Espinho até dezembro

De setembro a dezembro, Auditório do Espinho recebe atrações como Kyle Eastwood, baixista, que apresenta temas de filmes clássicos, como '007' e 'Pantera Cor-de-Rosa', além de concertos de orquestras.

A 19 de outubro, dar-se-á uma mudança de registo, para teatro de objetos, circo e magia

BALAZS MOHAI/EPA

O Auditório de Espinho acolhe até dezembro uma secção do festival Misty Fest com o contrabaixista Kyle Eastwood, filho do ator e realizador Clint Eastwood, assim como música clássica, circo e folk, revelou nesta sexta-feira a direção dessa sala.

Fonte oficial do auditório gerido pela Academia e Escola Profissional de Música de Espinho admite que até ao final do ano outras propostas deverão passar por esse palco, mas anuncia já um cartaz que combina “óperas e sinfonias de Mozart”, por exemplo, com a folk de William Tyler, cuja carreira a solo se afirmou depois de “anos a tocar com os Silver Jews e os Lambchop”.

Essa programação arranca a 27 de setembro com o concerto em que o maestro Pedro Neves dirige a Orquestra Clássica de Espinho e a trompista Cristiana Neves numa abordagem às obras que marcaram o final do Classicismo. Mozart e Richard Strauss compõem o repertório.

Segue-se a 11 de outubro a Orquestra de Jazz de Espinho, dirigida pela dupla Manuel Dias e Paulo Perfeito, e com os solos de bateria de Mário Costa, “titular de uma versatilidade ímpar” que o leva a explorar os mais diversos projetos de pop, rock e fado. No Auditório de Espinho, esse solista dará a conhecer a a experiência materializada no álbum de estreia “Oxy Patina”.

A 19 de outubro, dar-se-á uma mudança de registo, para teatro de objetos, circo e magia: a sala recebe o espanhol Davel Puente Hoces, da companhia Dondavel, e envolve-o em memórias de infância reconstruídas em cena a partir de elementos como barcos e copos, que assim “ganham corpo e chegam a ter alma e vida próprias”.

O norte-americano William Tyler, por sua vez, subirá ao palco a 08 de novembro com uma folk instrumental que, após quatro discos, continua a pintar de otimismo “as paisagens dos Estados Unidos, as estradas sem fim, a natureza infinita e uma certa solidão”.

Kyle Eastwood chegará a 16 de novembro, para revelar como uma infância a apreciar jazz com o pai – “ele mesmo um competente pianista” – o levou a uma carreira que cruza música com cinema. É disso reflexo o seu mais recente álbum, “Cinematic”, onde interpreta temas de compositores como Michel Legrand, Henry Mancini, John Williams ou Ennio Morricone.

Ao seu concerto em Espinho, no âmbito do polilocalizado Misty Fest, Kyle Eastwood trará ainda música de filmes como “Gran Torino”, que o seu pai dirigiu, e também de clássicos como “Bullit”, “Expresso da Meia-Noite”, “Taxi Driver”, “Pantera Cor-de-rosa”, “La La Land” ou “007 Skyfall”.

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