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Narcotráfico

Narcotraficante italiana detida no Porto. Estava em fuga desde março

Valeria Pane, ligada ao clã Pesce-Marfella, tinha sido condenada a uma pena de 11 anos de prisão. A mulher de 39 anos, natural de Nápoles, estava em fuga desde 12 de março e foi capturada no Porto.

A narcotraficante foi presente a tribunal e aguarda agora autorização para ser extraditada para Itália

JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Valeria Pane, uma narcotraficante italiana alvo de um mandado de captura internacional, foi detida na passada terça-feira, na cidade do Porto, onde se teria refugiado das autoridades. A Polícia Judiciária (PJ) só divulgou a detenção num comunicado emitido este sábado. A mulher de 39 anos, natural de Pianura, um bairro na cidade de Nápoles, estava em fuga desde 12 de março deste ano e encontra-se agora em prisão preventiva.

A Polícia Judiciária, através da Unidade de Informação de Investigação Criminal, no cumprimento de um mandado de detenção europeu, localizou e deteve, na cidade do Porto, uma mulher com 39 anos de idade, de nacionalidade italiana, com vista à sua extradição para Itália, pela prática de crime de Tráfico de Estupefacientes”, lê-se no comunicado.

Valeria Pane, ligada ao clã Pesce-Marfella, terá de cumprir uma pena de 11 anos de prisão efetiva à qual tinha sido condenada pelo crime de tráfico de estupefacientes e associação criminosa. De acordo com vários meios de comunicação italianos, que citam a mandado de detenção europeu emitido pelo Tribunal de Nápoles, os crimes terão sido cometidos entre 2009 e 2016.

A narcotraficante foi presente a tribunal na passada sexta-feira, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação máxima: prisão preventiva. Valeria Pane aguarda agora autorização para ser extraditada para Itália.

A visada, foi presente ao Meritíssimo Juiz do Tribunal da Relação do Porto, que determinou que aguardaria os ulteriores termos do processo de extradição sujeita à medida de coação de prisão preventiva”, detalha ainda a PJ em comunicado.

A operação de captura foi coordenada pelo Ministério Público de Nápoles, que emitiu o mandado de detenção europeu e autorizou a investigação em colaboração com a polícia portuguesa. A narcotraficante acabaria por ser detida por elementos da Arma dos Carabineiros (semelhante à Guarda Nacional Republicana Portuguesa), em colaboração com a Unidade de Informação de Investigação Criminalda PJ.

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