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Incêndios

Fogo nas Canárias está estabilizado, mas não totalmente controlado

No terreno, continuam a executar tarefas de vigilância de pontos quentes, de extinção e rescaldo, porque o fogo ainda não está completamente controlado e aproxima-se uma onda de calor.

Desde sábado, um dispositivo terrestre de 500 a 600 pessoas de diferentes órgãos e serviços de emergência combate as chamas

Elvira Urquijo A./EPA

A evolução dos trabalhos de combate ao incêndio que se iniciou no sábado na ilha espanhola Grã Canária, que afetou 1.500 hectares de floresta, está a ser favorável e o fogo está estabilizado, segundo as autoridades locais. O fogo, no entanto, ainda não está completamente controlado e a onda de calor que se aproxima pode representar um risco acrescido.

De acordo com o serviço de emergência local, na noite de terça-feira os efetivos terrestres do dispositivo de combate continuaram a executar tarefas de vigilância de pontos quentes, de extinção e rescaldo.

Nesta quarta noite desde o início do incêndio não houve reativações de fogos, sublinharam os serviços de emergências das Ilhas Canárias. As chamas espalharam-se por um perímetro de 23 quilómetros e obrigaram a retirar moradores de suas casas nos municípios de Artenara, Tejeda e Gáldar que, em sua maioria, já puderam retornar às suas casas.

Este fogo, de rápida propagação desde que foi declarado, terá acontecido devido à imprudência de um homem, sendo que ainda não foram avaliados os danos materiais causado na região.

Face à proximidade de uma onda de calor que deverá afetar a ilha de Grã Canária e para evitar o risco de reativação, o dispositivo aéreo, composto por 14 meios, entre helicópteros, um avião e dois hidroaviões, continuará a funcionar para controlar, fazer a vigilância e humidificar o perímetro do fogo.

Desde sábado, um dispositivo terrestre de 500 a 600 pessoas de diferentes órgãos e serviços de emergência combate as chamas.

Como este incêndio ainda não está todo controlado, o presidente do Governo das Ilhas Canárias, Ángel Víctor Torres, pediu aos cidadãos para não irem às áreas afetadas pelo incêndio e, assim, evitar o que chamou de “turismo do fogo”.

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