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Greve

INATEL diz que adesão à greve se situou nos 10% a nível nacional

Nível contraria número avançado que determinava que a adesão na região centro tinha sido de 80%. Sindicato exigia um aumento de salários, progressão de carreiras e aplicação de 35 horas semanais.

José Goulão/LUSA

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  • Agência Lusa
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A adesão à greve desta sexta-feira dos trabalhadores da INATEL foi, no máximo, de 10,4% a nível nacional, afirmou a fundação, contrariando o sindicato que avançava que, em alguns pontos da região Centro, tinha sido de 80%.

Segundo a INATEL, de um total de 993 trabalhadores de todas as suas unidades no território nacional, “ausentaram-se hoje [sexta-feira] ao trabalho 104 pessoas”, sendo que, caso todas as ausências tenham sido motivadas pela greve, houve “uma adesão máxima à greve de 10,4% dos trabalhadores da Fundação”.

Numa concentração de cerca de 40 trabalhadores na manhã desta sexta-feira, junto à delegação da INATEL em Coimbra, o dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria de Hotelaria, Turismo, Restaurantes e Similares do Centro, António Baião, avançou que as unidades de Foz do Arelho (Caldas da Rainha), São Pedro do Sul e Piódão (Arganil) registavam uma adesão de cerca de 80%, nas unidades de Manteigas e Santa Maria da Feira, situava-se por volta dos 50% e, no Luso, estaria abaixo desse valor.

“A Fundação é uma entidade de economia social, sempre aberta ao diálogo, e lamenta a inverdade das notícias”, vincou a INATEL, em nota de imprensa enviada à agência Lusa, frisando que, ao contrário da informação avançada pelo sindicato, a unidade do Piódão apenas teve um trabalhador que aderiu à greve e no Luso não se registou nenhum grevista.

De acordo com a INATEL, “não há democracia sem diálogo, mas também sem verdade, e a verdade pode ser demonstrada ao longo do funcionamento regular e normal da quase totalidade dos serviços”.

Na nota de imprensa, a fundação explica ainda que assinou em dezembro de 2018 um Acordo de Empresa com os sindicatos filiados na UGT e CGTP (a greve foi convocado por uma federação afeta à CGTP), sendo que os trabalhadores “viram ainda atualizados os seus salários em 2%, que se somaram ao descongelamento das carreiras na entidades públicas, à eliminação das reduções salariais e aos acréscimos de salários mínimo, o que teve um impacte de atualização global de cerca de 20% nos salários”.

Para esta greve, o sindicato exigia um aumento de salários, progressão de carreiras e aplicação de 35 horas semanais.

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