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Diplomacia

Marcelo Rebelo de Sousa envia mensagem de solidariedade ao rei de Espanha por incêndio na Grande Canária

Incêndio florestal na ilha Grande Canária, já obrigou à retirada de 9 mil pessoas, afetou mais de 6 mil hectares de terra e começou esta madrugada a perder força, após 3 dias incontrolável.

Tiago Petinga/LUSA

O Presidente da Republica, Marcelo Rebelo de Sousa, enviou uma mensagem de solidariedade ao rei Felipe VI de Espanha, na sequência do incêndio florestal que lavra na ilha de Grande Canária, informou esta terça-feira o chefe de Estado português.

“Lamentando as dramáticas consequências ambientais e os fortes danos materiais causados pelos incêndios na ilha da Grande Canária, o Presidente da República endereçou, em nome do povo português e no seu próprio, uma mensagem de solidariedade ao Rei Felipe VI de Espanha e a todos os afetados por estes fatídicos incêndios”, lê-se numa nota divulgada na página oficial da Presidência da República.

O incêndio florestal na ilha espanhola de Grande Canária começou esta madrugada a perder força após três dias em que esteve incontrolável, anunciou esta terça-feira o presidente, Ángel Víctor Torres.

As primeiras notícias desta terça-feira sobre o ponto de situação do fogo dão conta de que afinal o incêndio não entrou na Reserva Natural de Inagua.

O incêndio, que começou no sábado em Valleseco, já obrigou à retirada de nove mil pessoas e afetou mais de seis mil hectares, continuando ativo, com os esforços concentrados em impedir que as chamas atinjam as regiões mais povoadas.

Na ilha existem 20 estradas que foram cortadas e não é esperado que as pessoas retiradas possam regressar em breve às suas casas.

Na segunda-feira à noite, o presidente das Canárias, Ángel Víctor Torres, e o ministro da Agricultura, Pesca e Alimentação, Luis Planas, adiantaram que o incêndio tem um perímetro de 60 quilómetros e afeta oito municípios da ilha.

Durante a noite, 470 operacionais combateram o fogo e na madrugada desta terça-feira o dispositivo foi reforçado com os meios aéreos a subir de 16 para 21.

Durante três dias, o fogo avançou pelo cume a norte da Grande Canária, de leste a oeste, sem a possibilidade de controlo em várias das suas frentes, porque a altura das chamas e as condições meteorológicas (alerta laranja para o calor) tornaram tecnicamente impossível a extinção do incêndio.

Os difíceis acessos nalgumas zonas, as altas temperaturas e a baixa humidade estão a dificultar o combate às chamas.

A Câmara Municipal do Funchal e o Governo Regional da Madeira disponibilizaram meios para ajudar a combater este incêndio no arquipélago vizinho.

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