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Diplomacia

Ministério angolano assegura que “são excelentes” as relações com os Estados Unidos

O ministro angolano das Relações Exteriores garantiu que "as relações político diplomáticas, e de cooperação bilateral nos vários domínios entre Angola e os Estados Unidos são excelentes".

Manuel Augusto esteve em Washington onde foi recebido por Mike Pompeo e pelo secretário assistente para África, Tibor Nagy

SHAWN THEW/EPA

O ministro das Relações Exteriores de Angola declarou que as relações com os Estados Unidos da América (EUA) “são excelentes”, junto do secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo, segundo uma nota publicada esta terça-feira pelo ministério angolano.

Manuel Augusto esteve em Washington na segunda-feira, onde foi recebido no Departamento de Estado pelo secretário de Estado, Mike Pompeo e pelo secretário assistente para África, Tibor Nagy.

“O ministro angolano das Relações Exteriores, Manuel Domingos Augusto, assegurou que as relações político diplomáticas, e de cooperação bilateral nos vários domínios entre Angola e os Estados Unidos são excelentes”, lê-se no documento.

Na mesma nota refere-se que “o secretário de Estado, Mike Pompeo, disse que os Estados Unidos da América saúdam as reformas que consideram ousadas que o Presidente João Lourenço tem vindo a empreender desde que assumiu o cargo em setembro de 2017″.

Após o encontro em Washington, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Morgan Ortagus, disse que Mike Pompeo “reafirmou a força da parceria estratégica EUA-Angola e saudou as ousadas reformas do Presidente João Lourenço”. A porta-voz americana disse também que os dois líderes políticos discutiram formas de “aumentar o comércio bilateral, investimento e fortalecimento das instituições democráticas”.

O ministério angolano comunicou que Manuel Augusto dirigiu convites aos investidores norte-americanos para participarem no processo de privatizações que se vai iniciar no país.

Depois dos encontros, Manuel Augusto destacou, numa conferência na sede do grupo de reflexão Conselho Atlântico, que deu ao secretário de Estado norte-americano a “boa notícia” do Programa de Privatizações (ProPriv), que compreende 195 empresas que vão ser abertas ao capital privado até 2022 e “representa uma enorme oportunidade para companhias americanas”.

Segundo o ministro angolano, o investimento direto norte-americano em companhias do petróleo “é altamente desejável e constitui um objetivo da estratégia de desenvolvimento sustentável de Angola”.

Na mesma conferência, o secretário adjunto dos Estados Unidos para as relações com África, Matthew Harrington, disse que Angola e EUA estão “no ponto de viragem de uma relação muito diferente do passado”.

Segundo Matthew Harrington, os Estados Unidos veem Angola como detentora de grande potencial para parceria económica duradoura com os EUA e como uma fonte de estabilidade na região africana.

O secretário americano congratulou Angola pelo papel desempenhado em várias questões africanas, como o acordo de paz entre Uganda e Ruanda, a realização de eleições na República Democrática do Congo, bem como pela missão de estabilização no Lesoto.

Manuel Augusto disse também que algumas áreas em que Angola quer fomentar mais parcerias com os EUA são o comércio, finanças, energia, indústria transformadora, segurança, direitos humanos, saúde e justiça.

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