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Ministério da Saúde

Ministra da Saúde defende que é necessário reorganizar maternidades no país

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Segundo Marta Temido, o Governo pretende ter uma "intervenção mais objetiva na reorganização da oferta e redistribuição dos recursos humanos das zonas mais críticas".

Marta Temido assumiu que há dificuldades sobretudo em Lisboa e Vale do Tejo e na restante zona sul do país

ANTÓNIO COTRIM/LUSA

A ministra da Saúde, Marta Temido, defende uma reorganização das maternidades do país, sobretudo na zona sul, reconhecendo dificuldades sobretudo nos períodos de férias.

Marta Temido assumiu que há dificuldades nos serviços de obstetrícia sobretudo em Lisboa e Vale do Tejo e na restante zona sul do país, sobretudo decorrentes de períodos de férias de profissionais, no verão e na altura do Natal. “Nesta época, procurámos garantir que as faltas [de profissionais] são supridas com recurso a prestação de serviço”, indicou aos jornalistas à margem de uma inauguração em Lisboa, afirmando que foram autorizadas prestações de serviços médicos que vão além dos valores de referência estabelecidos em termos de pagamento a médicos prestadores de serviço.

Contudo, Marta Temido reconheceu que os problemas não podem ser resolvidos “apenas por essa via”. “Estamos a estudar alternativas”, afirmou, indicando que está a ser concluída a revisão da rede de saúde materna e obstétrica.

Depois dessa revisão, o Governo pretende ter uma “intervenção mais objetiva na reorganização da oferta e redistribuição dos recursos humanos das zonas mais críticas”. “As dificuldades existem, mas não as podemos ultrapassar sem medidas de raiz”, acrescentou, mas sem adiantar que tipo de reorganização pretende nas maternidades.

Além de “garantir mais contratações de médicos”, Marta Temido apenas avança que é necessário “olhar para a malha da oferta” dos serviços de obstetrícia. Contudo, a ministra recordou que o SNS funciona em rede e que sempre que é necessário as grávidas são transferidas para outros serviços de unidades públicas.

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