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“Patrulhas pata” da Marinha utilizadas em mais de uma centena de ações este ano

Este artigo tem mais de 3 anos

Busca e deteção de estupefacientes, explosivos ou demonstrações, foram algumas das ações em que os 10 cães do Núcleo Cinotécnico da Marinha participaram até ao momento, num total de 103 intervenções.

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JOÃO RELVAS/LUSA

JOÃO RELVAS/LUSA

Os 10 cães do Núcleo Cinotécnico da Marinha Portuguesa já participaram em 103 ações desde o início do ano, entre busca e deteção de estupefacientes, explosivos ou demonstrações, anunciou este domingo o ramo das Forças Armadas.

Um dia antes de se assinalar o Dia Mundial do Cão, a Marinha dá conta de que, desde janeiro, o seu núcleo cinotécnico já foi empenhado em 103 ações, nomeadamente “51 ações de busca e deteção de estupefacientes, seis ações de busca e deteção de explosivos e ainda 46 demonstrações cinotécnicas”.

Atualmente, esta unidade é composta por oito militares fuzileiros e 10 cães, “dos quais cinco atuam na área de busca e deteção de estupefacientes e cinco na área de busca e deteção de explosivos”.

Situado na Escola de Fuzileiros, no Barreiro, distrito de Setúbal, o Núcleo Cinotécnico da Marinha está integrado no Corpo de Fuzileiros.

O comunicado enviado às redações pela Marinha Portuguesa refere também que, para assinalar o Dia Mundial do Cão, é divulgado nas redes sociais um “breve vídeo com algumas das características mais marcantes destes animais, desde logo a lealdade e a preocupação para com os humanos que os acompanham”, nomeadamente a busca de um dos cães por um militar que se esconde atrás de uma árvore.

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