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Ambiente

Colômbia vai propor à ONU pacto regional de conservação da Amazónia

O Presidente da Colômbia vai entregar à Assembleia-geral da ONU em setembro uma proposta de pacto ambiental de conservação da Amazónia. País está em estado de alarme sobre o avanço do fogo.

O número de incêndios no Brasil aumentou 83% este ano, em comparação com o período homólogo de 2018, com 72.953 focos registados até 19 de agosto, sendo a Amazónia a região mais afetada

Luis Eduardo Noriega/EPA

O Presidente da Colômbia, Iván Duque, afirmou no domingo que irá entregar à ONU a proposta de um pacto regional de conservação da Amazónia, em resposta aos incêndios que afetam a maior floresta tropical do mundo.

“Queremos liderar um pacto de conservação entre os países que partilham o território da Amazónia”, afirmou Duque, num evento numa comunidade indígena em Isla Ronda, departamento do Amazonas. A proposta será entregue à Assembleia-geral da ONU em setembro, indicou.

“Atualmente não temos uma situação de incêndios comparável à do Brasil, mas devemos estar preparados e esta visita tem o objetivo de soar o alarme”, acrescentou o chefe de Estado colombiano.

O número de incêndios no Brasil aumentou 83% este ano, em comparação com o período homólogo de 2018, com 72.953 focos registados até 19 de agosto, sendo a Amazónia a região mais afetada.

A Amazónia é a maior floresta tropical do mundo e possui a maior biodiversidade registada numa área do planeta.

Tem cerca de 5,5 milhões de quilómetros quadrados e inclui territórios do Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa (pertencente à França).

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) brasileiro anunciou que os alertar sobre a desflorestação da Amazónia aumentou 278% em julho, em relação ao mesmo mês de 2018.

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