As últimas sondagens não são simpáticas para o presidente brasileiro. Depois de, nos últimos dias, ter estado sob ataque na sequência dos incêndios na Amazónia e das políticas do país para o território, a mais recente sondagem do instituto MDA, encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra que a popularidade do presidente baixou dos 38,9% (em fevereiro) para 29.4%, uma queda de quase 10 pontos percentuais.

Os resultados da sondagem feita entre 22 e 25 de agosto surgem numa altura em que o presidente do Brasil está em guerra aberta com o seu homólogo francês, numa troca de palavras e comentários que já chegou às mulheres de cada um.

A taxa de aprovação de Bolsonaro passou de 57,5% para 41%, enquanto a avaliação negativa do governo (avaliado como ‘mau’ ou ‘péssimo’) passou de 19% a 39,5%, mais de 20 pontos percentuais de subida entre os inquiridos. A avaliação do presidente do Brasil atinge agora um novo mínimo.