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Campanha do ACP apela ao uso de capacete

Este artigo tem mais de 3 anos

Com recurso a duas melancias, o Automóvel Clube de Portugal quer mostrar o que pode acontecer se os utilizadores de trotinetas e bicicletas não usarem capacetes.

Um frame do vídeo oficial da campanha do ACP "Não sejas Alberto, usa capacete!"
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Um frame do vídeo oficial da campanha do ACP "Não sejas Alberto, usa capacete!"

ACP

Um frame do vídeo oficial da campanha do ACP "Não sejas Alberto, usa capacete!"

ACP

O Automóvel Club de Portugal (ACP) está a promover uma campanha de sensibilização com o nome “Não sejas Alberto! Pensa pela tua cabeça” para incentivar os utilizadores de bicicletas e trotinetas a utilizarem capacete. O lançamento da campanha aconteceu esta quarta-feira, na Praça Duque de Saldanha, em Lisboa.

Durante a ação são demonstrados os efeitos de não usar capacete, recorrendo a duas melancias. Uma delas, desprotegida, fica rachada a meio quando cai. A outra, protegida por um capacete, sobrevive à queda sem danos.

O presidente do ACP inaugurou a campanha, que decorre a nível nacional. Carlos Barbosa diz que há pessoas que “ainda não perceberam que a trotineta é um meio de transporte e não um brinquedo” e que a campanha serve precisamente para focar esse ponto: “É um meio de transporte, e sendo um meio de transporte, tem que ser devidamente protegido para as pessoas terem segurança.”

Os dados da Organização Mundial de Saúde apontam para uma redução de 42% do risco de lesões fatais e uma redução de até 69% das hipóteses de lesões na cabeça quando se usa capacete.

De acordo com uma nota à imprensa do ACP, o Código da Estrada obrigava ao uso do capacete em velocípedes com motor auxiliar, no caso, bicicletas e trotinetas elétricas. No entanto, uma instrução técnica da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), em dezembro de 2018, tornou opcional o uso de capacete.

Na sequência de acidentes que envolveram velocípedes no ano passado, morreram 24 pessoas, 107 ficaram feridas de forma grave e 1.853 tiveram ferimentos ligeiros. Os dados são do relatório anual de 2018 da ANSR.

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