Rádio Observador

Ambiente

Rock in Rio lança novo leilão pela Amazónia de instrumentos assinados por artistas

A pele da bateria assinada e as palhetas dos Foo Fighters, juntamente com guitarras assinadas pelas bandas Red Hot Chili Peppers, Goo Goo Dolls, Pink e Nile Rodgers vão a leilão pela Amazónia.

RONALD WITTEK/EPA

A pele da bateria assinada e as palhetas dos Foo Fighters, juntamente com guitarras assinadas pelas bandas Red Hot Chili Peppers, Goo Goo Dolls, Pink, Nile Rodgers e Paralamas do Sucesso vão a leilão pela Amazónia.

A iniciativa faz parte do projeto Amazónia Live, que tem vindo a ser desenvolvido pelo Rock in Rio desde 2016 e acaba de lançar uma nova edição.

O público pode licitar através de uma plataforma internacional (E-solidar), de acordo com informação prestada hoje à agência Lusa pela organização.

De acordo com a mesma fonte, o Amazónia Live desenvolve-se em parceria com a Conservação Internacional, Instituto Sócio-Ambiental e Fundo Brasileiro para a Biodiversidade, tendo angariado verbas para a plantação de mais de três milhões de árvores na floresta amazónica, das quais 1,4 milhões já foram plantadas.

A este movimento juntou-se o projeto Paisagens Sustentáveis da Amazónia, cuja meta é “restaurar 28.000 hectares, através de técnicas diversas”.

No total, estão previstos mais de 73 milhões de árvores até 2023.

A Amazónia é a maior floresta tropical do mundo e possui a maior biodiversidade registada numa área do planeta, com cerca de 5,5 milhões de quilómetros quadrados, incluindo territórios do Brasil, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Bolívia, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.

A evaporação na Amazónia produz parte da chuva que ali cai. Quando a desflorestação chegar aos 20 ou 25%, segundo preveem os cientistas, a região deixa de evaporar a água que produz chuva para manter a floresta húmida.

O número de incêndios no Brasil aumentou 83% este ano, em comparação com o período homólogo de 2018, com 72.953 focos registados até 19 de agosto, sendo a Amazónia a região mais afetada.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Alterações Climáticas

A lei do EROI /premium

Marco Robalo

Ouvimos muito falar na esperança em tecnologias, mas este debate foge da realidade e concentra-se em ideias de ficção científica, pois ninguém sabe como resolver as necessidades de consumo instaladas.

Universidade de Coimbra

Fraca carne

Henrique Pereira dos Santos

Substituir carne por peixe (ou por vegetais), sem saber de que sistemas de produção (e de que ciência) estamos a falar é completamente vazio do ponto de vista da sustentabilidade ambiental.

Minas

O lítio. Contra a desinformação marchar, marchar!

Filipe Anacoreta Correia
756

A extração do lítio não representa um retorno elevado e a acontecer seria o mais grave atentado à riqueza do nosso país: o desenvolvimento sustentável e a preservação do seu património natural.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)