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Furacão

Cerca de 2.500 pessoas continuam desaparecidas nas Bahamas devido a furacão Dorian

Cerca de 2.500 pessoas continuam desaparecidas nas Bahamas, mais de uma semana após a passagem do furacão Dorian que matou, pelo menos, 50 pessoas, e deixou mais de 200 mil pessoas sem luz no Canadá.

Na terça-feira, Carl Smith já tinha avançado que, sensivelmente, 4.500 pessoas foram deslocadas das suas casas nas ilhas Abaco e Grande Bahama

CRISTOBAL HERRERA/EPA

Cerca de 2.500 pessoas continuam desaparecidas nas Bahamas, mais de uma semana após a passagem do furacão Dorian que matou, pelo menos, 50 pessoas, anunciaram esta quarta-feira os serviços de emergência locais.

“Atualmente, cerca de 2.500 pessoas [constam] do registo de desaparecidos”, indicou o porta-voz da Agência de Gestão de Emergências das Bahamas (NEMA, na sigla inglesa), Carl Smith. O responsável acrescentou que esta lista não foi comparada com os registos governamentais das pessoas em abrigos ou deslocadas.

Na terça-feira, Carl Smith já tinha avançado que, sensivelmente, 4.500 pessoas foram deslocadas das suas casas nas ilhas Abaco e Grande Bahama, as mais devastadas após a passagem do furacão pelas Bahamas.

Em conferência de imprensa, o porta-voz da NEMA referiu, na altura, que a maioria teve de se deslocar para Nassau, a capital deste arquipélago das Caraíbas.

O Dorian, que no último fim de semana deixou mais de 200 mil pessoas sem luz na costa atlântica do Canadá, devastou primeiro o arquipélago das Bahamas, sobre o qual permaneceu por muito tempo, quase imóvel, com chuvas torrenciais.

Segundo o primeiro-ministro do arquipélago, Hubert Minnis, 60% de Marsh Harbour, a principal cidade das Ábaco, ficou destruída.

Os ventos fortes e as águas castanhas e lamacentas destruíram ou danificaram gravemente milhares de casas, incapacitando a atividade de hospitais e deixando muitas pessoas presas em sótãos.

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