Apesar dos ódios pessoais de Donald Trump se centrarem nos imigrantes em geral, mas nos mexicanos e negros em particular, o Presidente norte-americano não consegue ser bem aceite nem em países em que a tez branca e o cabelo louro estão “generalizados”. Vem isto a propósito da Suécia, país nórdico que tal como os EUA e o Reino Unido, entre outros, permite chapas de matrícula personalizadas e cobra extra pela distinção.

Segundo a Associated Press, o sueco Marcuc Saaf – que estaria embriagado, segundo o próprio – achou giro pedir e pagar à Direcção de Transportes local para que a matrícula do carro americano que tinha adquirido exibisse as letras TRUMP. Não é novidade, tanto mais que noutros países que também personalizam matrículas (no caso nos EUA) houve quem registasse Obama enquanto este era Presidente, como pode ver na galeria.

Porém, o organismo sueco informou Saaf que considerava “aquele arranjo de letras ofensivo”, sublinhando que a sua decisão “não era passível de apelo”. O popular jornal sueco Aftonbladet deu a notícia, avançando que Marcus Saaf não tinha outro objectivo que não fosse associar o seu carro americano ao nome do actual Presidente do país, para depois, em jeito de desculpa, confirmar que efectivamente estava bêbado na altura e que, talvez por isso, lhe pareceu uma ideia divertida.