A duração prevista da vida profissional dos portugueses é superior à média da União Europeia (UE), num total de 38 anos registados no país em 2018, contra cerca de 36 anos no espaço comunitário, revelam dados esta sexta-feira divulgados.

Segundo dados publicados pelo gabinete de estatísticas da UE, o Eurostat, no ano passado era esperado que os portugueses trabalhassem uma média de 38 anos em toda a vida, número que tem vindo a crescer nos últimos anos, após se ter fixado em 37,1 anos em 2016 e em 37,7 anos em 2017.

No ano passado, Portugal era o oitavo país da UE onde se esperava uma maior duração da vida profissional, sendo ultrapassado pela Suécia (41,9 anos), Holanda (40,5), Dinamarca (39,9), Reino Unido (39,2), Estónia (39,0), Alemanha (38,7) e Finlândia (38,6). Em sentido inverso, a duração prevista da vida profissional era, no ano passado, menor em Itália (31,8), na Croácia (32,4), na Grécia (32,9), na Bulgária (33,1) e na Bélgica (33,2).

Em 2018, a média comunitária era de 36,2 anos, maior em 0,3 anos do que a registada em 2017 e em 3,3 anos do que a de 2000.