O construtor francês está convencido que as vendas da mais recente geração do Zoe vão ser um sucesso e consideravelmente acima dos valores atingidos pela versão anterior, introduzida em 2012. Tudo porque não só se vendem cada vez mais veículos eléctricos a bateria, como o novo Zoe esgrime mais e melhores argumentos quando comparado com a geração que vem substituir.

Mas há outro dado que reforça a confiança do fabricante francês, o volume de encomendas que recebeu logo no mês de abertura, ou seja, Outubro, durante o qual cerca de 6100 clientes firmaram encomendas para o novo modelo, segundo Emmanuel Bouvier, director comercial do Departamento de Veículos Eléctricos da Renault. Um valor interessante, para um veículo que, nos melhores meses, não tem por hábito ultrapassar as 3.500 unidades vendidas.

É bom que a procura continue a aumentar, pois a Renault vai reforçar a capacidade de produção do Zoe. Depois de, em 2018, a ter incrementado de 220 unidades por dia para 440, a marca francesa pretende fabricar diariamente mais de 800 veículos, a partir de 2020. Significa isto que as expectativas passam por superar a barreira dos 6000 clientes por mês, meta que parece exequível, dado que estas primeiras encomendas foram conseguidas apenas à custa de França, Noruega e Alemanha, os primeiros países onde foi aberta a possibilidade de reservar o novo Zoe.