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O "sangue quente" falado em Monsanto chegou a Barcelos. "Tem que controlar, já não é um miúdo": o aviso de Silas a Acuña

Viu o primeiro amarelo por protestos, escapou do segundo por protestos, foi expulso por protestos. Acuña viu o quarto vermelho desde que está no Sporting e Silas deixou reparos ao argentino no final.

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Luís Neto ainda tentou agarrar Acuña mas argentino viu mesmo o segundo amarelo por protestos com o quarto árbitro nos descontos

Miguel Pereira

Luís Neto ainda tentou agarrar Acuña mas argentino viu mesmo o segundo amarelo por protestos com o quarto árbitro nos descontos

Miguel Pereira

Esta quarta-feira, dia em que Ristovski ou Bruno Fernandes deveriam ter sido ouvidos no Tribunal de Monsanto antes do pedido de adiamento feito pelo advogado do Sporting, Miguel Coutinho, por causa do estágio da equipa em Barcelos entre sábado e esta noite, Raúl José, Miguel Quaresma e Nelson Pereira, as três testemunhas chamadas pelo Ministério Público, explicaram de diferentes ângulos a invasão à Academia em maio de 2018 mas tiveram outros pontos comuns nos depoimentos. Um deles, com expressões diferentes mas a mesma ideia, foi a propósito de Acuña e do “sangue quente” tipicamente sul-americano do esquerdino.

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Nem de propósito, foi isso mesmo que se voltou a ver esta noite em Barcelos, na vitória do Sporting frente ao Gil Vicente na Taça da Liga: já depois de ter um amarelo pela forma como protestou com João Afonso após uma falta que sofreu do médio contrário, o argentino arriscou o segundo cartão em mais uma “pega” com o mesmo jogador onde respondeu a uma provocação e acabou por ser expulso por acumulação já nos descontos, quando se queixou de forma demasiado expansiva ao quarto árbitro depois de ter sido atingido na cara numa disputa pelo ar com o gilista Alex Pinto (num toque que existiu). Ao todo, Acuña leva já um total de 43 cartões amarelos nos 118 jogos oficiais realizados pelo Sporting, tendo saído mais cedo pela quarta vez.

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“É um jogador que vive muito o jogo. Tem que controlar e pode melhorar essa parte, porque por vezes acaba por cometer alguns excessos e pode prejudicar a equipa. Já não é um miúdo, vai melhorar isso. Terei de falar com ele, mas não é nada que também não me tenha acontecido enquanto jogador. Aos poucos fui melhorando. Ele tem que repensar e evitar estas situações”, comentou Silas a esse propósito, dizendo também que não se apercebeu que o jogador tenha dito algo para o banco antes de rumar para os balneários. “Sinceramente não vi. Estava preocupado em dizer ao [Rafael] Camacho para ir para lateral direito e ao Ristovski para lateral esquerdo. Mas ele está comigo todos os dias, se quiser dizer-me alguma coisa pode dizer”, acrescentou.

Já sobre o encontro, Silas, que não comentou as palavras de Vítor Oliveira antes do encontro nem a necessidade ou não de receber reforços no mercado de janeiro, destacou uma grande diferença em relação ao jogo do Campeonato.

“Era importante vencer para acalentar as hipóteses de seguir ainda na Taça da Liga. Também tenho o sonho de representar o Sporting na Final Four da Taça da Liga, onde nunca estive. Foi um jogo parecido ao de domingo, connosco a ter o controlo do jogo, com muitas ocasiões de golo. O Gil Vicente voltou a estar bem organizado e a sair bem no contra-ataque. No fundo, foi um jogo muito similar mas a nível defensivo não cometemos os erros que cometemos domingo”, referiu o treinador do Sporting na conferência após o encontro.

“Depois do PSV tivemos três dias para preparar o jogo com o Gil Vicente e eles tiveram toda a semana para preparar. Sim, temos alguma dificuldade… Recordo que perdemos com o Tondela depois de termos apenas três dias para preparar, enquanto o Tondela descansou e teve uma semana de preparação. É claro que temos a obrigação de ganhar ao Tondela e ao Gil Vicente, mas isto são coisas que acontecem às equipas que competem nas provas europeias. Temos estado a um nível elevado na Liga Europa e pago esse preço nas provas nacionais. Temos de melhorar”, concluiu o treinador verde e branco depois do triunfo na Taça da Liga.

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