O festival Fringe vai levar arte às ruas e bairros de Macau no arranque de 2020, oferecendo dança, música e teatro, prometeu esta quarta-feira a presidente do Instituto Cultural, entidade que organiza o evento.

“O festival é diferente de qualquer outro evento jamais organizado, permitindo que o palco seja montado em qualquer lugar e levando os artistas a mergulhar nos vários bairros comunitários, a fim de envolver o público nos seus espetáculos”, sublinhou Mok Ian Ian na conferência de imprensa que serviu para apresentar o evento.

O Festival Fringe da Cidade de Macau decorre entre 10 e 19 de janeiro em 27 locais e integra artes como a dança, música e teatro, oferecendo 17 programas e 13 atividades complementares, que envolvem desde palestras, exposições e ‘workshops’, para um público que vai desde as crianças aos mais idosos.

A Casa de Portugal em Macau vai participar na iniciativa através do espetáculo “Era uma vez em Macau”, com o qual “representar cenários exploratórios e de fantasia associados à cidade através da música e da comunhão entre o passado e o presente”.

Artistas de territórios e países como Espanha, Canadá, Reino Unido, Hong Kong, Taiwan e, claro, de Macau participam no festival que tem como tema “a criação sem limites mostrá-lo-á por aí”. Os bilhetes estão à venda a partir de domingo.

Na 19.ª edição, a organização prometeu que os “vários artistas locais guiarão os participantes numa viagem de exploração a uma série de edifícios residenciais e monumentos culturais, oscilando entre o passado e a realidade”, de forma a assegurar ao público “uma experiência cultural urbana alternativa”.