Responsáveis de países cujos cidadãos morreram devido à queda do avião da companhia aérea ucraniana Ukraine Airlines International (UAI) vão reunir-se na quinta-feira, em Londres, por iniciativa do Canadá, anunciou esta segunda-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros canadiano, François-Xavier Champagne.

De acordo com a agência France-Presse, o grupo, formado pelo Canadá, Reino Unido, Ucrânia, Suécia e Afeganistão, vai reunir-se de modo a coordenar esforços para manter pressão sobre Teerão, para que consigam obter acesso consular, organizarem a repatriação dos cidadãos que morreram no desastre aéreo e pedir uma investigação transparente por parte do Irão.

Vamos realizar a primeira reunião do grupo de coordenação e intervenção internacional na quinta-feira, na embaixada do Canadá em Londres”, afirmou François-Xavier Champagne, através de uma publicação na rede social Twitter.

Um Boeing da companhia aérea ucraniana UAI caiu na quarta-feira passada no Irão, provocando 176 mortos. O governo da Ucrânia informou que 83 iranianos, 63 canadianos, 10 suecos, quatro afegãos, três alemães e três britânicos morreram no acidente.

Dois recém-casais, o cientistas promissor e o futuro médico. As vítimas da queda do avião ucraniano

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

O Irão admitiu responsabilidades na queda do aparelho, tendo referido que o avião civil ucraniano tinha sido abatido inadvertidamente por militares iranianos, que o confundiram com um míssil de cruzeiro devido ao estado de alerta decretado por causa da recente escalada de tensão entre Washington e Teerão.

Irão admite ter abatido por engano avião ucraniano