Dificilmente a marca italiana do Cavallino Rampante poderia ambicionar um melhor desempenho em 2019. Não só as vendas cresceram 9,5% face ao ano anterior, atingindo 10.131 unidades, como os resultados líquidos aumentaram 10,1%, tendo o construtor facturado 3776 milhões de euros.

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Se este desempenho comercial da Ferrari impressiona, a realidade é que alguns dos modelos mais sofisticados e luxuosos deste fabricante vão começar em 2020 a chegar ao mercado. É o caso do SF90 Stradale, o primeiro híbrido plug-in da casa de Maranello que eleva a eficácia e rapidez a um novo patamar, bem como o Roma, um Ferrari digno da imagem do construtor, mas com um maior ênfase no luxo, de forma a poder conquistar alguma da clientela que se sente agora tentada por fabricantes como a Aston Martin.

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Enquanto o SF90 Stradale e o Roma já foram revelados ao público, aguardando-se a sua chegada ao mercado, há novidades ainda por desvendar. A mais importante é sem dúvida o SUV, que estava previsto envergar a denominação Purosangue, denominação que hoje está a ser contestada. Mas seja qual for nome, o SUV tem potencial até para duplicar as vendas da marca italiana, ainda que a Ferrari já tenha manifestado o desejo de limitar a produção deste modelo espaçoso, de quatro portas e mala generosa, o que é uma estreia na marca. Tudo para evitar a degradação da imagem do construtor, que está apostado em continuar a ser visto principalmente como fabricante de desportivos ágeis e emocionantes, e não em transformar-se num construtor de SUV, mais pesados e volumosos.