Depois de arrancar com a comercialização do seu mais recente coupé desportivo, o Supra, produzido pelos austríacos da Magna com base no chassi e mecânica do BMW Z4, a Toyota prepara-se agora para alargar o leque de condutores com acesso ao modelo, propondo uma versão mais bsarata. Ao GR Supra com motor 3.0 com seis cilindros em linha e 340 cv, os japoneses juntam agora a versão equipada com um motor 2.0 de quatro cilindros, igualmente sobrealimentado.

O novo GR Supra 2.0 usufrui de 258 cv, um valor claramente inferior aos 340 cv da versão de seis cilindros. Mas a Toyota recorda que o motor mais pequeno permite poupar cerca de 100 kg, o que compensa parcialmente o que se perde em potência, para depois ajudar à obtenção de um comportamento mais ágil.

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Paralelamente, o motor de quatro cilindros, se bem que perca a sonoridade do seis cilindros, continua a fornecer um binário muito interessante, 400 Nm, apenas menos 100 Nm do que a versão mais potente e pesada. Isto explica que o novo Supra vá de 0 a 100 km/h em 5,2 segundos, contra 4,3 da versão mais possante, estando ambos limitados a 250 km/h..

Se o seis cilindros do Supra já era de origem BMW, o novo quatro cilindros mantém igualmente a pronúncia germânica. Apesar de os valores não terem sido ainda divulgados, promete ser considerável mais económico – e menos poluente, o que é uma vantagem em países como o nosso, onde alguns dos impostos dependem das emissões de CO2 – e mais barato do que o seu “irmão” mais potente.

Entretanto, o Supra com motor 3.0 vai ver a sua potência incrementada de 340 cv para 387 cv, mas esta versão não vai ser proposta na Europa, sendo exclusiva para os mercados americano e asiático.