Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

Garantindo que a empresa “reúne todas as condições para honrar os compromissos acordados com todos os seus colaboradores e fornecedores” e que “a possibilidade de não pagamento de salários ou incumprimento dos seus compromissos” não se coloca, o conselho de administração da Efacec já reagiu ao comunicado esta quinta-feira emitido por Isabel dos Santos em que a empresária angolana revelou que o arresto de contas em Portugal está a impedir o pagamento a fornecedores, colaboradores e de impostos.

Num breve esclarecimento em três pontos enviado às redações, o conselho de administração da empresa começa por frisar que “a Efacec e os seus acionistas são entidades distintas” e garante que está focado “na gestão operacional do dia a dia”. A terminar revela ainda que “a equipa de gestão está, em conjunto com diversos stakeholders, a apoiar a reestruturação acionista, para que esta se realize com a maior brevidade possível”.

No comunicado em que acusa a justiça portuguesa de lhe prejudicar os negócios, a filha do antigo presidente angolano José Eduardo dos Santos detalha ainda que as suas empresas contraíram no país, nos últimos anos, empréstimos bancários de 571 milhões de euros, estando por liquidar 180 milhões de euros: “Até à data, deste total de financiamento concedido de crédito, foram pagos cerca de 391 milhões de euros, estando por reembolsar 180 milhões de euros”. “Em nenhum momento qualquer das minhas empresas falhou um único pagamento das prestações desses créditos”, garantiu ainda.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR