Tem acesso livre a todos os artigos do Observador por ser nosso assinante.

É consultor, formador e já trabalhou em várias empresas nas indústrias do grande consumo e edição. Em 2017, cofundou o projeto “FailProof Business Academy” para ajudar empreendedores a explorar o seu potencial e a contornar fracassos. Três anos depois, publicou um livro com o mesmo propósito: ajudar os outros a tirar partido dos falhanços. O Falhar Para Acertar chegou ao mercado no início do ano pela editora Self, com ferramentas e testes para gerir falhanços e criar negócios baseados em riscos reais.

Ao Observador, Pedro Colaço explica que assusta tanto falhar como sermos vistos pelos outros como falhados. É por isso que “há quem prefira ficar quieto e não ter grandes sonhos e objetivos, porque pelo menos não falha”. Para o autor de 43 anos, quando algo não corre bem, “o mais fácil é culpar outras coisas”, como “o ambiente, a economia, o mercado, a concorrência, o não haver dinheiro, os investidores” e é por isso que apela à importância da autorresponsabilização. “O falhanço vai estar à porta, é quase matemático. É inevitável”, diz.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.