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Está a afetar-nos a todos, irá continuar a afetar-nos a todos, não se sabe durante quanto tempo vai afetar-nos a todos. É o assunto incontornável do dia, da semana e do mês: e torna-se difícil escrever qualquer linha, qualquer parágrafo e qualquer texto sem mencionar aquela que será, já com praticamente todas as certezas, a expressão do ano 2020. O coronavírus começou como um assunto de saúde, tornou-se um assunto da cultura, do desporto, da política e da economia — e é nesta altura um assunto de toda a sociedade. Com praticamente todos os eventos desportivos suspensos, cancelados ou realizados à porta fechada pela Europa fora, a Liga Europa assistia esta quinta-feira à primeira mão dos oitavos de final da competição. Uma primeira mão cuja segunda só deverá ser disputada quando o surto estiver amenizado.

Em Linz, na Áustria, o Manchester United visitava o LASK, um adversário que surpreendeu o Sporting na fase de grupos da Liga Europa e que eliminou o AZ Alkmaar nos 16 avos, tornando-se desde já uma das surpresas das competições europeias desta temporada. Num jogo disputado à porta fechada — como outros três esta quinta-feira, sendo que outros dois foram mesmo suspenso –, o clube inglês procurava prolongar uma série de 10 jogos sem perder, sendo que sete desses foram mesmo vitórias. O bom momento da equipa de Ole Gunnar Solskjaer incluiu a eliminação do Club Brugge nos 16 avos, a progressão na Taça de Inglaterra e uma vitória no dérbi de Manchester contra o City, a segunda da temporada frente aos citizens. Um bom momento que tem sido associado, em toda a linha e por toda a gente, à chegada de Bruno Fernandes a Old Trafford.

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