Ficou conhecido pelas imagens da vida selvagem africana, captadas sobretudo nas décadas de 1960 e 1970, à qual dedicou a sua vida. Até esta segunda-feira, quando o corpo do fotógrafo norte-americano Peter Beard, que tinha 82 anos, foi encontrado em Camp Hero State Park, zona de mato denso em Montauk, no estado de Nova Iorque, três semanas depois de ter sido dado como desaparecido. O incidente terá resultado do estado de demência em que se encontrava.

Peter Beard. Aos 82 anos, o fotógrafo “morreu onde morava: na natureza”

A carreira de Peter Beard começou a ganhar principal destaque os anos 1960. Durante essa década e na seguinte, grande parte do seu trabalho foi desenvolvido em Hog Ranch, uma propriedade com mais de 18 hectares no Quénia. Muito antes da interferência humana nos habitats naturais das espécies selvagens ser uma preocupação generalizada da sociedade ocidental, as suas fotografias de elefantes, girafas, leões e crocodilos foram dos primeiros alertas para os perigos que estas espécies corriam. No Instagram, o artista partilhou desde 2016 um pouco do seu portefólio.