Na manhã de dia 13 de abril, João Gomes disse à família que ia sair, da casa em Quadrazais, para ir ao banco. Algumas horas depois a mulher estranhou a ausência prolongada e começou a ligar-lhe, sem sucesso. Alertou a filha e a família mobilizou-se para procurar o homem num raio próximo da casa. Até hoje não foi possível localizar o comerciante da pequena vila no concelho do Sabugal.

Além de terem encontrado o carro em que o homem se deslocava, num caminho a dois quilómetros de Quadrazais, a família não teve qualquer outra pista sobre o paradeiro do homem. A carrinha tinha as chaves na ignição e o casaco de João Gomes, mas nem sinal da carteira, telemóvel e óculos, explica a filha ao Correio da Manhã.

O desaparecimento de João Gomes ocorreu em pleno estado de emergência em Portugal, com as fronteiras fechadas e a fortes restrições à deslocação no território, mas nem isso facilitou as buscas da polícia. “Já cá andou a PJ, bombeiros e GNR com cães e drones mas não há sinal dele”, detalha a filha, em declarações ao Correio da Manhã.

Depois de terem procurado “toda a zona desde a barragem do Sabugal às matas e quintas próximas” a família acha que o homem foi levado contra a sua vontade e apela: “Se o problema for dinheiro, se quiserem um resgate, peçam”.

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