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A economia portuguesa começa, aos poucos, a tentar regressar à normalidade, depois de quase dois meses a funcionar a meio gás devido ao surto do novo coronavírus. Mas esta será também uma nova normalidade, com regras de segurança e proteção mais apertadas, para evitar uma nova onda de contágio, e que pode incluir a ajuda de novas tecnologias. É o caso da Uniksystem, uma empresa portuguesa que desenvolveu um sistema de medição de temperatura corporal de forma anónima, para ser implementado em diversos serviços — desde escritórios a universidades. Desta forma, vai ser possível detetar se algum trabalhador tem febre, um dos principais sintomas associados à Covid-19. Tudo isto, garante, de forma anónima, como manda a lei.

Este sistema de deteção de temperatura (Unik Thermal Probe), explica a Uniksystem ao Observador, partiu de uma necessidade interna da empresa e do grupo Joyn (a que pertence), uma vez que também aqui se pretende regressar ao trabalho presencial. A solução, no entanto, já está também disponível para os serviços que a pretendam utilizar, desde escritórios a aeroportos, bancos e hotéis. Ao contrário das habituais formas medir de temperatura, aqui tudo é feito com uma câmara instalada no edifício que vai medir a temperatura corporal de uma pessoa em menos de dois segundos, mesmo estando a utilizar uma máscara.

De seguida, será apresentada a temperatura corporal da pessoa em causa num ecrã — que que poderá estar ou não visível para os colaboradores — e, caso o sistema detete que a temperatura ultrapassou um determinado valor que é definido pelo cliente, considera que o trabalhador em questão está com febre, podendo emitir um alerta visual ou sonoro com essa informação.

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