O Comité Olímpico Internacional (COI) vai afetar cerca de 740 milhões de euros para fazer face aos custos que acarretou o adiamento para 2021 dos Jogos Olímpicos Tóquio2020, revelou esta quinta-feira o presidente do organismo, Thomas Bach.

Cerca de 140 milhões serão repartidos pelos diferentes grupos do Movimento Olímpico, nomeadamente os comités olímpicos nacionais e as federações internacionais, “para que continuem com as suas atividades e os seus programas de apoio aos atletas”.

Em reunião da comissão executiva do COI, por videoconferência, Thomas Bach anunciou que os restantes cerca de 600 milhões de euros serão destinados ao adiamento do evento.

Ficou ainda decidido que a 136.ª assembleia geral do grupo vai decorrer em 17 de julho, sendo que, pela primeira vez, esta não acontecerá de forma presencial.

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Após a declaração de pandemia, em 11 de março, as competições desportivas de quase todas as modalidades foram disputadas sem público, adiadas — Jogos Olímpicos Tóquio2020, Euro2020 e Copa América —, suspensas, nos casos dos campeonatos nacionais e provas internacionais, ou mesmo canceladas.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de Covid-19 já provocou mais de 297 mil mortos e infetou mais de 4,3 milhões de pessoas em 196 países e territórios.