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Há um novo fundo de apoio a profissionais do espectáculo e da produção musical a ser construído pela Audiogest (Associação de Gestão de Direitos de Produtores Fonográficos) e pela GDA (Gestão de Direitos dos Artistas). Um apoio que visa apoiar profissionais da indústria musical que, como outros (no setor da cultura não só), ficaram com a atividade profissional condicionada ou totalmente suspensa.

O fundo que agora está a ser delineado quer apoiar empresas de produção musical e empresas de produção de espectáculos na lógica de manutenção dos postos de trabalho. Tanto a favor dos artistas que viram o respetivo trabalho cancelado e que por isso ficaram sem o rendimento que lhes asseguraria os meses de menor atividade, como aos profissionais técnicos do meio. “Estes profissionais não têm qualquer fonte de rendimento. Um técnico de luz ou um técnico de som não pode exercer a sua atividade, um profissional do espectáculo não exerce a sua atividade se não existir espectáculo. É a mesma coisa que ter um guarda-freios da Carris a exercer a sua atividade quando não há elétricos. Não é possível. Não vale a pena inventarmos. É deprimentemente absurdo acreditar que isso é possível”, enquadra Miguel Carretas, diretor geral da Audiogest.

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