A cantora norte-americana, Taylor Swift, dirigiu-se a Donald Trump na rede social Twitter e não poupou nas críticas à posição do Presidente dos Estados Unidos, em relação aos tumultos que se sucederam à morte de George Floyd pela polícia de Minneapolis, acusando-o de incitar à violência e ao racismo no país.

Os tumultos aconteceram um pouco por todo o país, após a morte do homem afro-americano pela polícia de Minneapolis. Destruição e saques de cidadãos revoltados, fizeram Trump reagir no Twitter: “Estes bandidos estão a desonrar a memória de George Floyd e eu não vou deixar que isso aconteça. Acabei de falar com o governador Tim Walz e disse-lhe que os militares estarão com ele. Qualquer dificuldade, e nós assumimos o controlo, mas quando os roubos começarem, os tiroteios começam”.

Após o recado de Trump, Taylor Swift escreveu: “Depois de estimular a supremacia branca e o racismo durante toda a sua presidência, ainda tem o descaramento de fingir que tem superioridade moral antes de ameaçar partir para a violência? ‘Quando os roubos começarem, os tiroteios começam’??? Vamos votar-te daí para fora em novembro”.

Apesar da ameaça, a cantora nem sempre declarou as suas opiniões políticas abertamente. Apenas recentemente, no seu documentário intitulado “Miss Americana”, é que Taylor Swift se mostrou arrependida por não ter demonstrado publicamente a sua oposição ao líder republicano nas eleições presidenciais de 2016.

O Twitter, entretanto, sinalizou o tweet de Trump, acusando-o de violar as políticas da rede social contra a incitação à violência, apesar de terem mantido a publicação por ser “do interesse público manter a mensagem acessível”.

Minneapolis está a arder — e o Presidente está a deitar mais gasolina na fogueira