No final de uma audiência com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o líder comunista disse que o partido “acompanha” os esforços decididos na reunião entre o primeiro-ministro, António Costa, e cinco autarcas da AML.

“Existe a necessidade de avaliar a situação e ir para o terreno, perseguir os focos, e simultaneamente resolver o problema dos transportes públicos”, defendeu Jerónimo de Sousa, considerando esta última medida fundamental, já que a maioria das populações afetadas têm de se deslocar para o trabalho desta forma.

Quanto às medidas que entraram esta terça-feira em vigor na AML, que passam por exemplo pela proibição de ajuntamentos superiores a dez pessoas ou o encerramento de todos os estabelecimentos (exceto restaurantes) a partir das 20h00, o PCP não se oporá.

“Estas medidas encontradas ontem, enfim, não estamos contra”, afirmou, insistindo na importância de “perseguir” os focos e reforçar as unidades de saúde pública e dizendo não considerar necessário qualquer cerca sanitária na região.