Numa temporada muito atípica e em que o Manchester City falhou a possibilidade de se tornar campeão inglês, as conversas que normalmente gravitam o Etihad preocupam-se mais com o futuro do que com o presente do clube. A equipa de Guardiola pode ainda conquistar a Taça de Inglaterra e a Liga dos Campeões até ao final da época mas, e de forma ligeiramente compreensível, todas as perguntas estão relacionadas com a hipótese de o City não jogar essa mesma Liga dos Campeões nos próximos anos.

Não só pelo afastamento da maior competição europeia de clubes, não só pela ausência de encaixe financeiro associado, mas também por tudo aquilo que passar ao lado da Champions pode ter como ondas de choque. A continuidade de Guardiola já foi questionada, por ninguém acreditar que o treinador espanhol queira ficar num clube que não está na Liga dos Campeões, assim como a permanência de alguns dos pesos-pesados do plantel, movidos pela natural ambição e pela vontade de estar na maior montra da Europa.

Duas épocas fora da Europa e 30 milhões de multa: o que fez o City para uma sanção tão pesada da UEFA?

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