O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) transportou na segunda semana de julho quase 1.950 pessoas com suspeita de Covid-19 e realizou mais de 850 colheitas de material biológico para análise ao SARS-CoV-2, anunciou esta quinta-feira o organismo.

Entre os dias 5 e 12 de julho, o INEM transportou 1.946 utentes com sinais e sintomas compatíveis com Covid-19, mais 249 transportes do que na semana anterior”, segundo dados divulgados pelo INEM e publicados no seu site.

Durante este período, as equipas de colheitas de material biológico para análise à Covid-19 recolheram 869 recolhas, menos 554 colheitas em relação à primeira semana de julho.

As equipas afetas à Delegação Regional do Sul foram as que efetuaram mais recolhas, totalizando na passada semana 863 colheitas”, adianta.

Desde o dia 1 de março já foram transportados 26.506 utentes suspeitos de infeção por SARS-CoV-2, que provoca a Covid-19, refere o INEM, recordando a definição de caso suspeito que é, entre outros¸ qualquer situação de falta de ar triada pelos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).

Os dados indicam que desde o dia 10 de março as equipas de recolha de amostras, constituídas por dois enfermeiros, efetuaram 22.179 colheitas no local onde se encontram os utentes, “reduzindo as deslocações e, consequentemente, a possibilidade de novos contágios”.

Estas equipas trabalham em colaboração com as autoridades de saúde e são ativadas através da Sala de Situação Nacional do INEM, que se encontra a trabalhar desde o inicio de março e a acompanhar e coordenar a atividade do INEM na resposta à Covid-19.

O INEM adianta que neste momento está sem registo de qualquer trabalhador infetado com SARS-CoV-2, encontrando-se dois trabalhadores em isolamento profilático, menos dois que na semana anterior.

Oito trabalhadores do INEM encontram-se sob vigilância dos serviços da Comissão de Controlo de Infeção e Resistência aos Antimicrobianos do INEM.