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Os passageiros vindos de países considerados de risco que chegaram a Portugal sem um comprovativo de teste negativo à Covid-19 foram encaminhados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) para as autoridades de saúde responsáveis pela realização de testes nos aeroportos, disse esta quarta-feira a secretária de Estado Adjunta e da Saúde, Jamila Madeira. Aqueles que o recusaram fazer foram identificados pelo SEF “para posterior contacto desses cidadãos pelas autoridades de saúde e posterior seguimento”. Ainda assim, são casos “residuais”, acrescentou a responsável, na conferência de imprensa sobre a situação da pandemia em Portugal.

Diário de Notícias tinha adiantado que há passageiros vindos dos PALOP, Brasil ou dos EUA, países considerados de risco, sem apresentarem um teste negativo a que a lei obriga. O jornal acrescentava que há mesmo passageiros que recusam fazer o teste no aeroporto — no sábado, foram, pelo menos, 106 num voo vindo de Maputo — e que, mesmo assim, entraram no país, apenas informando as autoridades sobre a morada e o contacto. Segundo Jamila Madeira, foram, porém, poucos os casos em que isso aconteceu.

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