A primeira vez aconteceu em 1971/72, com o Ajax de Cruyff e Neeskens, que conquistou a liga holandesa, a Taça de Itália e a Taça dos Campeões Europeus. O feito foi repetido novamente por holandeses e pelo PSV, em 1987/88, para o Manchester United juntar Premier League, Taça de Inglaterra e o troféu europeu em 1998/99, o Barcelona ter somado liga espanhola, Taça do Rei e Liga dos Campeões em 2009 e 2015, o Inter Milão de Mourinho ter conquistado Serie A, Taça de Itália e Champions em 2010 e o Bayern ter vencido Bundesliga, Taça da Alemanha e a mesma Champions três anos depois. Em 2020 e em Lisboa, o Bayern tinha a possibilidade de voltar a arrecadar a tripla coroa do futebol europeu — algo que, esta temporada, só os alemães e o PSG ainda tinham oportunidade de alcançar.

Para isso, porém, ainda era necessário confirmar a eliminação do Chelsea. Cinco meses depois da esclarecedora vitória em Stamford Bridge, por três golos sem resposta, o Bayern recebia os ingleses enquanto dono do melhor percurso nesta edição da Liga dos Campeões, com a melhor média e o segundo melhor ataque da Europa e no seguimento de uma série de 25 vitórias e um empate nos últimos 26 jogos. Na sequência de uma retoma praticamente perfeita e mais de 40 dias depois do final da Bundesliga, a equipa de Hansi Flick regressava à Champions mais do que confortável e com as malas praticamente feitas para Portugal e para a final eight — numa competição onde é, cada vez mais, o grande favorito à vitória final.

Este artigo é exclusivo para os nossos assinantes: assine agora e beneficie de leitura ilimitada e outras vantagens. Caso já seja assinante inicie aqui a sua sessão. Se pensa que esta mensagem está em erro, contacte o nosso apoio a cliente.