Tinham passado alguns dias desde o final do Grande Prémio de Silverstone mas a imagem daquele pneu esquerdo da frente do Mercedes de Lewis Hamilton ainda continuava bem viva na memória. Aquele rasgão que levou a que o britânico acabasse a última volta com apenas três rodas era também muito mais do que um rasgão – era um sinal de coragem, por ter aguentado a pressão de poder ver uma vitória garantida fugir quase do nada; um sinal de alerta, por mostrar que não há triunfos certos especialmente neste Mundial de 2020 mais curto e com calendário diferente; um sinal quase dos deuses, por reforçar o domínio do hexacampeão com traços diferentes.

Final de loucos no Grande Prémio da Grã-Bretanha: Hamilton fura pneu, Verstappen aperta mas britânico faz história em Silverstone

Num ano atípico, marcado por uma pandemia que assolou o mundo, pedidos de justiça social que se alastrou ao mundo e uma crise em crescendo que vai marcar o mundo, a Fórmula 1 gira ainda mais à volta de Lewis Hamilton. E foram as suas palavras que prenderam todas as atenções no lançamento do Grande Prémio do 70.º Aniversário, mais uma vez em Silverstone, naquela que era a quinta prova entre demais medidas de segurança.

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