A OLI, produtora de autoclismos com sede em Aveiro, revelou esta terça-feira que poupou, num ano, 105 mil euros com o recurso à energia solar fotovoltaica, após preencher com 2.800 painéis a cobertura do complexo, de 5.500 metros quadrados.

Numa nota de imprensa, a empresa revela que em setembro de 2019 iniciou a produção de energia solar fotovoltaica, no âmbito de um investimento estratégico de 500 mil euros, “com o objetivo de produzir a sua própria eletricidade, através de uma energia renovável e limpa”.

Na cobertura do complexo industrial da produtora, que em 2019 registou um volume de negócios de 59,3 milhões de euros, foram colocados 2.800 painéis fotovoltaicos, numa área total de 5.500 metros quadrados, representando uma potência global de mil Kwp (quilowattpico), descreve a OLI.

“Um ano após este investimento, que procurou impulsionar a sustentabilidade e a competitividade da empresa, a empresa obteve uma poupança anual da fatura energética no valor de 105 mil euros, tendo a energia fotovoltaica representado 16% da energia total onsumida”, explica.

Com 431 colaboradores só em Portugal, a OLI reclama ser a maior produtora de autoclismos do sul da Europa, exportando 80% da produção para 80 países.

No seu complexo industrial de Aveiro, o consumo anual de energia situou-se nos 8,5 milhões Kwh (quilowatt-hora), “valor que traduz a intensa atividade industrial da fábrica”, que trabalha ininterruptamente 24 horas por dia e assegura a produção anual de 2 milhões de autoclismos e de 2,8 milhões de mecanismos, na maioria para exportação.

Comprometida também com o ecossistema em que se insere, a OLI iniciou este mês a plantação de um muro verde com 400 plantas arbustivas ao longo de todo o perímetro do complexo industrial”, acrescenta a empresa.

A plantação, que deverá ficar concluída em novembro tem como objetivo “diminuir a pegada de carbono, aumentar a qualidade do meio ambiente da comunidade e valorizar a envolvente paisagística”.