Manuel Maria Carrilho foi esta quarta-feira absolvido do crime de violência doméstica. O processo foi movido por Bárbara Guimarães, ex-mulher do antigo ministro da Cultura. A notícia está a ser avançada pela TVI que diz que os factos foram dados como “não provados”.

À saída do tribunal, Carrilho acusou o Tribunal da Relação de perseguição, já que na sua opinião o processo não tinha fundamento. “Foi uma uma perseguição do Tribunal da Relação”, disse no final da sessão.

A primeira absolvição foi em 2017, não só do crime de violência doméstica, mas também de 22 crimes de difamação. A 15 de dezembro desse ano, a juíza Joana Ferrer dizia: “Perante a realidade trazida ao tribunal, prova pericial inconclusiva e perante uma prova testemunhal abundante, mas que não foi capaz de sustentar a acusação, não resulta da matéria de facto provada que o arguido tem cometido o crime de violência doméstica.”

A decisão de mandar reabrir a audiência do julgamento resultou de uma decisão posterior do Tribunal da Relação de Lisboa, relacionada com a alteração da data em que terá ocorrido uma alegada ameaça de morte do arguido à sua então mulher, a apresentadora Bárbara Guimarães.