A Lydia, uma app financeira de grande sucesso em França, lançou-se no mercado português para concorrer com nomes como a Revolut, a N26 e a Moneze. Depois de já ter lançado um serviço de transferências em 2017, a empresa francesa criou agora uma aplicação financeira com mais funcionalidades, adaptada ao mercado português e totalmente disponível na língua de Camões.

A aplicação permite aceder a todos os serviços de uma aplicação financeira, como a possibilidade de aceder ao extrato bancário, de ver o histórico de transações ou fazer pagamentos. O serviço de transferências originalmente lançado mantém-se e a marca promete que o dinheiro “é movido com um simples ‘arrastar’ entre contas”, lê-se em comunicado à imprensa.

Lydia. Chegou a Portugal a carteira digital que conquistou 1 milhão de utilizadores

A Lydia vai concorrer no mercado da banca digital em Portugal com a N26, a Monese a Revolut. Com que armas? Segundo a empresa, a aplicação distingue-se pela “rapidez, centricidade humana e ultra-segurança”.

A utilização da aplicação não obriga ao pagamento de comissões: existe um plano “totalmente gratuito, sem taxas” e ainda um serviço de subscrição, o Lydia Blue, para utilizadores que querem, segundo o site da marca, “tirar partido no dia-a-dia da simplicidade e da eficiência” e que custa 4,90 euros. Mas nem todos precisam de pagar para aceder às vantagens do serviço Lydia Blue – para os menores de 25 anos, o serviço é gratuito.

O desenvolvimento da aplicação em Portugal conta com uma equipa portuguesa e a empresa está à procura de um community manager para integrar a equipa. Carlota Meirelles é a country manager do projeto em Portugal.

A Lydia recebeu financiamento independente da parte de investidores como a gigante chinesa Tencent, a franco-alemã XAnge, a New Alpha ou a CNP Assurances. Está, ainda, presente em Bélgica, Itália e Espanha.