2021 pode vir a ser um ano de recuperação para o mercado europeu e o português, em particular. Com as várias vacinas para combater a Covid-19 já à vista, tudo indica que a economia reúna condições para iniciar uma retoma que será longa e difícil mas, ainda assim, uma recuperação rumo à normalidade.

Para ajudar na recuperação da confiança por parte dos condutores, a indústria automóvel prepara-se para realizar, também ela, um ataque à pandemia. Não com recurso a vacinas, mas sim com uma injecção de novos modelos, versáteis e volumosos como convém a um SUV (de Sport Utility Vehicle), capazes de ajudar a fazer esquecer a crise a quem necessite de comprar um automóvel novo.

Seleccionámos 25 das novidades mais sumarentas que têm chegada ao nosso país agendada entre Janeiro e Dezembro do próximo ano, entre os quais é possível encontrar modelos mais pequenos e acessíveis, ao lado de outros mais luxuosos e requintados, obviamente com preços a condizer.

Além das diferenças ao nível da estética e das formas, as 25 propostas de SUV que aqui lhe mostramos diferenciam-se ainda pela motorização a que recorrem. Por um lado, surgem os modelos convencionais, com motores a combustão, sejam eles a gasolina ou a gasóleo, mas a oferta de SUV exclusivamente com motores eléctricos alimentados por bateria é igualmente vasta, uma vez que entre os 25 modelos, nada menos do que 16 são 100% eléctricos.

Alfa Romeo Tonale

O Tonale é o 2º SUV da Alfa Romeo e rapidamente deverá tornar-se no best-seller da marca. É mais pequeno e mais barato do que o Stelvio, sendo esperado para o segundo semestre de 2021.

Com linhas atraentes, pelo menos a avaliar pelo protótipo revelado no Salão de Genebra de 2019, o novo modelo será concebido sobre a plataforma do Jeep Renegade, montando motores a gasolina, sempre com tracção à frente.

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A versão híbrida plug-in será a mais potente, devendo atingir 250 cv com a ajuda do motor eléctrico, sendo ainda aquela que assegura um sistema de tracção integral, através da solução 4xe. Além das vantagens fiscais, esta versão cativará os utilizadores ao oferecer a possibilidade de circular em modo eléctrico durante cerca de 50 km.

Audi Q4 e-tron

Se o Audi e-tron é um SUV eléctrico de grande porte, concebido sobre uma plataforma inicialmente concebida motores a combustão, mas adaptada à mobilidade eléctrica, o Q4 e-tron nasceu para ser locomovido por motores alimentados por bateria. É mais pequeno por fora, mas com um habitáculo que não deve ficar muito atrás em comprimento e assume uma estética mais moderna e apelativa, mais ousada e menos tradicional.

A plataforma para o Q4 e-tron eléctrico é a MEB, que também serve o VW ID.3 e ID.4, montando um pack de baterias que, no limite, poderá atingir 82 kWh, o que lhe garante uma autonomia entre recargas de 500 km, valor que ultrapassa a autonomia do “irmão maior”, o actual e-tron, com bateria de 95 kWh.

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Os dois motores asseguram uma potência total de 306 cv, com o novo eléctrico da Audi a ser aguardado para o final do primeiro trimestre de 2021, a partir do qual concorrerá com o BMW iX3, Mercedes EQC e Tesla Model Y.

Audi Q5 Sportback

O Sportback é o coupé da família Q5 da Audi, que recorre a uma carroçaria mais dinâmica e aerodinâmica, sacrificando algum espaço interior (ao nível da altura atrás) e na mala, em troca de uma atitude mais desportiva.

Tendo como objectivo bater-se contra o BMW X4 e Mercedes GLC Coupé, o Q5 Sportback monta várias mecânicas a gasolina e a gasóleo, algumas delas a usufruir de sistemas híbridos, do tipo mild hybrid.

Ainda em 2021 surgirá uma versão mais amiga do ambiente, a híbrida plug-in, que além de conseguir circular em modo eléctrico, usufruirá de todas as vantagens fiscais concedidas a este tipo de soluções PHEV no nosso país.

BMW iX

É o primeiro eléctrico da BMW a recorrer a uma plataforma específica para veículos alimentados por bateria, apesar de o construtor deixar no ar que também poderá instalar no seu interior motores de combustão. É maior do que o iX3 com apenas tracção traseira que é exportado da China para a Europa e será igualmente mais caro, devendo rondar, segundo a imprensa alemã, 100.000€.

Baseado no protótipo iNext, o novo iX deverá estar disponível em três versões o iX 40, iX 50 e iX M50, com potências que deverão atingir 500 cv e baterias com capacidades entre 90 e 120 kWh, esta última para garantir a possibilidade de percorrer 600 km entre duas visitas ao posto de carga.

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Resta conhecer a versão definitiva do iX, que será fabricado na Alemanha e possuirá tracção integral, o que implica a montagem de um motor eléctrico em cada eixo. A produção será iniciada no final de 2021, pelo que a chegada ao nosso mercado não deverá acontecer antes de Dezembro, podendo resvalar para o início do ano seguinte.

BMW iX3

Estando previsto chegar ao nosso país logo no início de Janeiro, o BMW iX3 é o primeiro eléctrico da marca alemã, desde que lançou o pequeno i3 em 2013. Herdando a estrutura dos X3 com motores de combustão, adaptada à montagem de baterias, o iX3 que será vendido na Europa fará uma longa viagem desde a China, onde é produzido na linha de montagem que a BMW ali possui, a meias com os chineses da Brilliance Automotive.

Além da fabricação na China, o iX3 recorre a uma outra forma de diminuir os custos, propondo apenas versões com um único motor eléctrico, instalado atrás, perseguindo igualmente uma maior autonomia.

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Já estando disponível para encomendas desde Julho, o primeiro SUV eléctrico da BMW monta um pack de baterias com 80 kWh e um motor com 286 cv, o que lhe permite ultrapassar os 100 km/h em 6,8 segundos e atingir 180 km/h. A autonomia é de 460 km.

Citroën C4

O novo SUV da Citroën já disponível para encomendas desde o final do Verão, com as primeiras unidades a chegar ao mercado ainda antes do final do ano, para o grosso surgir apenas no início de 2021.

Com formas de SUV coupé, o novo C4 oferece quatro níveis de equipamento, Feel, Feel Pack, Shine e Shine Pack, onde instala motorizações a gasolina e a gasóleo.

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A versão mais acessível recorre ao 1.2 PureTech a gasolina, com 130 cv, podendo optar entre a caixa manual de seis velocidades ou automática de oito. Os preços arrancam nos 24.908€. O motor diesel é o 1.5 BlueHDi com 130 cv e caixa automática, comercializado a partir de 30.508€.

Citroën ë-C4

A versão eléctrica do Citroën C4 não é fácil de distinguir dos seus irmãos com motores de combustão, tanto mais que partilha a mesma plataforma multi-energia da PSA, que permite instalar as baterias na zona inferior, aproveitando os espaços livres sob os assentos e no túnel central.

O novo C4 destaca-se por ser o primeiro veículo eléctrico da Citroën, montando a solução tradicional da PSA, ou seja, uma bateria com 50 kWh de capacidade e um motor com 136 cv, o que lhe assegura uma autonomia de 350 km.

Ford Mustang Mach-E

Entre as novidades para 2021, o Ford Mustang Mach-E promete figurar entre as mais aliciantes. Primeiro, porque explora a imagem do Mustang, um dos desportivos mais emblemáticos da Ford – apesar de aqui surgir como SUV e não como coupé – e, depois, porque o pilar traseiro muito inclinado lhe confere um certo dinamismo.

Mas a estes trunfos, o SUV da Ford alia duas capacidades de bateria, que oscilam entre 75,7 kWh e 98,8 kWh, o que lhe garantem autonomias entre 450 e 600 km de autonomia, nas versões 4×2, ou 420 e 540 km se equipados com dois motores e tracção integral.

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Os motores figuram igualmente entre os mais potentes da classe, com valores entre 258 e 465 cv, o que permite ao SUV eléctrico da Ford assumir-se como um dos rivais mais próximos do Model Y da Tesla.

Land Rover Road Rover

Depois de conceber o I-Pace, um SUV eléctrico muito interessante, o grupo britânico Jaguar Land Rover prepara-se para recorrer à base do eléctrico da Jaguar para conceber um SUV de dimensões médias, igualmente eléctrico, para a Range Rover.

Destinado a ser posicionado entre o Range Rover Evoque e o Velar, o modelo conhecido como Road Rover surge como um SUV mais baixo do que o normal, para ser mais ágil. Não muito grande por fora, mas generoso por dentro, devido à grande distância entre eixos, o Road Rover aponta para uma bateria de 90 kWh e cerca de 480 km de autonomia, os mesmos dados técnicos do I-Pace.

Mercedes EQA

2021 vai ser um ano em cheio para os eléctricos da Mercedes, muitos deles a recorrer a plataformas que surgiram para veículos com motores a combustão, mas que posteriormente foram adaptadas para instalar baterias e motores eléctricos.

Um dos desses exemplos é o Mercedes GLA, que na versão eléctrica assume a denominação EQA, um pouco à semelhança da transformação do GLC em EQC. O novo eléctrico compacto está previsto ser revelado ainda no primeiro semestre, com um motor e apenas tracção à frente, ou dois motores e tracção integral.

Mercedes EQB

O Mercedes EQB é outro SUV compacto da marca alemã, que tem por base as versões com motores de combustão. A base é o GLB, que também vai oferecer versões 4×4 e 4×2, estas mais acessíveis e com maior autonomia.

À semelhança das versões a gasolina, EQB irá disponibilizar um espaço interior para sete passageiros. A potência deverá oscilar enre 200 e 350 cv, dependendo do número de motores, com a capacidade da bateria a ter duas opções, a que vão corresponder outras tantas autonomias.

Mercedes EQS SUV

O topo de gama dos veículos eléctricos da Mercedes será o EQS SUV, uma espécie de GLS SUV, mas alimentado por bateria. Será fabricado na Alemanha, em Sindelfingen, e estará disponível em versão de 400 e 600 cv, consoante ofereça um motor ou dois e 4×2 ou 4×4.

O CEO da Daimler prometeu que o SUV eléctrico, cujo comprimento deverá rondar os cinco metros e que faz parte de um conjunto de três modelos que partilham a mesma plataforma específica para modelos eléctricos, estaria equipado com baterias que lhe permitirão percorrer 700 km entre recargas.

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Nissan Ariya

É o segundo eléctrico de passageiros da Nissan, depois do Leaf, sendo igualmente o primeiro SUV a bateria do construtor japonês. É maior e mais volumoso do que o Leaf, com a chegada à Europa a ser esperada na segunda metade de 2021.

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O SUV nipónico vai propor dois níveis de bateria, com 65 e 90 kWh, com um motor de 218 ou 242 cv para a versão com apenas tracção à frente, capaz de percorrer 500 km. As versões com dois motores e sistema 4×4 podem contar com potências de 279 e 394 cv, com autonomias de 340 e 400 km, respectivamente.

Nissan Qashqai

O modelo que estreou o conceito de SUV no segmento C, em 2007, e que durante mais de 10 anos liderou o mercado em vendas, deverá apresentar em 2021 a sua próxima geração.

As dimensões serão similares às do modelo actual, mas a frente vai herdar uns traços do Juke, mais sofisticado esteticamente e com personalidade reforçada. Entre as modificações esperadas deverá surgir uma nova plataforma da Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, que permitirá já a concepção de uma versão PHEV que falta ao modelo actual.

Nissan X-Trail

O X-Trail é, há muito, a versão longa do Qashqai e isso não mudará na nova geração. Já está disponível nos EUA, onde é comercializado como Rogue.

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O X-Trail será montado na mesma plataforma que também vai servir o Qashqai, a CMF-C, uma solução modular da Aliança. O facto de recorrer a materiais mais leves e a um tipo de construção que lhe incrementa a rigidez, vai permitir gerar veículos mais ligeiros, com vantagens no consumo e emissões.

À semelhança do que acontecerá no Qashqai, também este SUV vai passar a poder oferecer mecânicas PHEV, as mesmas que usam o Mégane e o Captur.

Opel Mokka

Com umas linhas atraentes, ele que estreia a nova frente denominada “visor”, que será alargada aos restantes modelos da gama, o Mokka assume-se como um SUV com ares de coupé, quando comparado com o Crossland. Isso permite à Opel ofereçer dois modelos ligeiramente distintos neste segmento. Ligeiramente menos espaçoso atrás e na bagageira, o Mokka monta as mesmas mecânicas diesel e gasolina dos veículos deste segmento do Grupo PSA.

Opel Mokka-e

A versão eléctrica do Mokka é em tudo parecido aos seus “irmãos” a gasolina e a gasóleo. Mas, em vez de motores a combustão, surge um pack de baterias sob os assentos e no túnel central, além de um motor eléctrico no trem dianteiro.

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Com uma mecânica similar ao Corsa-e, o Mokka-e recorre a uma bateria com 50 kWh de capacidade e a um motor com 136 cv. Isto permite-lhe reivindicar 322 km de autonomia, ligeiramente abaixo do Corsa-e devido ao maior peso e aerodinâmica menos favorável.

Renault Mégane eVision

Este é o eléctrico que a marca francesa vai colocar no mercado em 2021. Apesar da denominação do protótipo (Mégane eVision), o novo modelo está mais próximo das dimensões do Captur do que das do Mégane.

Concebido sobre a mesma plataforma do Nissan Ariya, o eVision é ligeiramente mais alto do que um berlina normal, mas baixo do que um SUV, visando perseguir o ar encorpado destes, sem contudo ter de pagar o preço em termos de pior aerodinâmica e centro de gravidade menos favorável, duas características que não ajudam a obter um comportamento eficaz.

“Captur” eléctrico é uma caixinha de surpresas

Mas se é mais curto do que o Mégane por fora, deverá ser maior por dentro, em virtude da maior distância entre eixos, ideal para instalar um pack de baterias com maior capacidade.

Skoda Enyaq iV

Este SUV eléctrico da Skoda recorre ao banco de órgãos do Grupo VW, pelo que lá está a plataforma MEB e os packs de baterias que podem “crescer” até aos 82 kWh. A estética é agradável, com a Skoda a ter decidido manter a grelha dos modelos com motor a combustão, se bem que aqui surja tapada (e iluminada!), só para manter o ar de família com os restantes modelos da casa, a gasolina e diesel.

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Similar ao VW ID.4, ao Audi Q4 e-tron e ao Cupra Tavascan, o Enyaq iV irá propor três versões com tracção traseira e outras duas com tracção integral. A capacidade da bateria oscilará entre 55 kWh e 82 kWh, com as potências a variarem entre 148 cv e 204 cv. O SUV da Skoda disponibiliza, na melhor das opções, uma autonomia de 510 km.

Tesla Model Y

O Model Y, o SUV mais pequeno da Tesla, ainda assim com as mesmas dimensões de um Audi Q4 e-tron, BMW iX3 ou Mercedes EQC, só deverá ser proposto aos condutores europeus quando a Gigafactory Berlim estiver pronta e de lá começarem a sair os Model 3 e Y destinados aos condutores do Velho Continente, o que acontecerá ainda em 2021.

Quer um Model Y? Só se esperar pela fábrica alemã

Existem duas versões disponíveis, a Long Range (65.000€) e a Performance (71.000€), ambas com uma bateria que inicialmente possuía uma capacidade de 75 kWh, mas que entretanto foi este mês substituída por outra com as mesmas células 2170, mas com diferente química, com 82 kWh. A Longe Range anuncia 217 km/h, 0-100 km/h em 5,1 segundos e uma autonomia de 505 km, sendo de esperar que este valor aumente cerca de 10%, em virtude de idêntico incremento da capacidade. O Performance declara 241 km/h, 3,7 segundos de 0-100 km/h e 480 km/h.

Toyota Highlander

Depois do sucesso do RAV4, o Highlander surge como uma versão mais comprida e com lugar para sete pessoas, revelando as mesmas dimensões exteriores de um Lexus RX.

A plataforma é a GA-K, do RAV4, enquanto o motor é o 2.5 a gasolina, o mesmo que encontramos ao serviço do RAV4 e do Lexus RX. Associado a ele está a caixa de velocidades de variação contínua por trem epicicloidal e um motor eléctrico para ajudar o motor a combustão.

Toyota Highlander é um RAV4, mas em ponto grande

Na traseira surge outro motor eléctrico, este especificamente para garantir a tracção integral e a capacidade de evoluir em pisos mais escorregadios. A potência total é de 243 cv, com um consumo de 6,7 l/100 km.

Toyota Yaris Cross

Este é o modelo que marca a entrada da Toyota no segmento dos B-SUV, um dos mais cresce na generalidade dos países europeus, a começar pelo nosso. Visando concorrer com o Renault Captur e o Peugeot 2008, os líderes do mercado, o Yaris Cross tem os seus argumentos.

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Os motores são todos a gasolina, mais precisamente o 1.5 com três cilindros e 91 cv, sendo de realçar a versão híbrida, que recorre a uma versão desta unidade, mas com apenas 80 cv, para privilegiar o consumo.

O Yaris Cross oferece ainda a vantagem, rara no segmento, de possuir uma versão com tracção integral, o que é conseguido à custa de um pequeno motor com apenas 5,3 cv, montado no eixo posterior.

Volkswagen Nivus

A VW continua a reforçar a sua oferta de SUV. O Nivus, que inicialmente não estava previsto chegar à Europa, vai afinal ser proposto entre nós a partir do segundo trimestre de 2021.

Com 4,27 m de comprimento, o Nivus é ligeiramente maior do que o T-Roc (4,23 m), mas o pilar traseiro mais inclinado transmite a sensação de estarmos perante um CUV, ou seja, um “SUV Coupé”. O Nivus está construído sobre a plataforma MQB, a mesma que serve o Polo e o T-Cross, o pequeno SUV da marca.

Volkswagen ID.4

Deitando mão à mesma plataforma MEB do ID.3, a VW concebeu o ID.4 como um SUV maior e mais espaçoso, se bem que recorra às mesmas baterias, suspensões, motores e tecnologia para usufruir das necessárias sinergias.

ID.4. VW vai lançar o Tiguan eléctrico em Março

Fabricado em Zwickau, o ID.4 é uma espécie de Tiguan eléctrico, com baterias entre 52 e 82 kWh e potências entre 148 e 306 cv. O SUV eléctrico pode ser comercializado com duas ou quatro rodas motrizes, com a autonomia a oscilar entre 400 e 500 km.

Volvo XC40 Recharge

O Volvo XC40 em versão eléctrica, denominada Recharge, está a ser fabricado desde o início de Outubro na fábrica belga de Ghent. Nascendo na mesma linha que também dá origem às versões a gasolina e a gasóleo, a plataforma do XC40 Recharge é depois cortada para introduzir sob a plataforma um pack de baterias rectangular, o ideal para equilibrar a temperatura de funcionamento de todas as células, maximizando a eficiência.

XC40 Recharge. 1º Volvo eléctrico chega em Janeiro

Com dois motores, um por eixo, o Volvo eléctrico usufrui de 408 cv, com a bateria de 78 kWh a ser capaz de garantir uma autonomia ligeiramente superior a 400 km, valor que será confirmado assim que estiver homologado de acordo com a norma WLTP.