Um tribunal sul-coreano condenou o promotor de um jogo de exibição da Juventus ao pagamento de uma indemnização a 162 espetadores, que contestaram o facto de o futebolista português Cristiano não ter sido utilizado, ao contrário do anunciado.

A empresa promotora do evento (The Fasta) foi condenada a devolver metade do preço do bilhete aos 162 espetadores que apresentaram a ação judicial e ao pagamento de uma indemnização no valor de 50.000 won (equivalente a perto de 38 euros ao câmbio de hoje).

“O réu tinha a obrigação contratual de garantir que Ronaldo jogasse, exceto em circunstâncias imprevistas”, afirmou o Tribunal Distrital Central de Seul, na Coreia do Sul.

O avançado da crónica campeã italiana manteve-se no banco de suplentes durante a totalidade do encontro (3-3), frente a uma equipa composta pelos principais jogadores do campeonato sul-coreano, disputado em julho de 2019.

Em fevereiro, a justiça sul-coreana tinha condenado o promotor — que terá arrecadado cerca de 4,4 milhões de euros com a venda de bilhetes — ao pagamento do equivalente a 280 euros por publicidade enganosa, a dois dos cerca de 65.000 adeptos que assistiram à partida.