O Banco Privado Português diz ter 75 novos documentos que provam a forma como João Rendeiro, antigo presidente executivo do BPP, e os antigos administradores Salvador Fezas Vital, António Guichard Alves e Fernando Lima terão desviado 11,6 milhões de euros do banco, revela o jornal Público esta segunda-feira.

A estes arguidos juntam-se outros dois num processo em que são acusados por fraude fiscal qualificada, abuso de confiança e branqueamento de capitais.

Os novos documentos — a aguardar a decisão dos juízes deste processo — são contestados pelos advogados da defesa, que alegam ilegalidades na obtenção das provas e entendem que o banco não podem fazer investigações privadas, com o julgamento na reta final.

João Rendeiro condenado a 5 anos e 8 meses de prisão efetiva

Já o Ministério Público considera que devem ser aceites porque não alteram os factos de forma substancial e, por isso, não significam mais crimes nem mais sanções.