De Janeiro a Dezembro de 2020, os condutores americanos adquiriram 278.732 veículos com emblema BMW, o que fez com que esta marca alemã (e europeia) liderasse o mercado do outro lado do Atlântico, no segmento dos carros de luxo.

Mas nem tudo correu bem para a marca germânica, uma vez que, devido à crise, até a líder BMW vendeu em 2020 menos 17,5% do que no ano anterior, marca que foi inclusivamente multada pela Securities and Exchange Commission em 14,7 milhões de euros, por ter inflacionado as vendas entre 2015 e 2019.

Se a BMW dominou o mercado mais refinado norte-americano, a segunda classificada foi a Lexus, a marca de luxo da Toyota. Ao colocar no mercado um total de 275.041 veículos novos, os japoneses caíram 7,7% face a 2019, mas foram quem mais se aproximou da BMW.

A 3ª posição neste segmento foi pertença da Mercedes, outra marca europeia, o que confirma a predominância do Velho Continente nos automóveis de luxo de que os americanos mais gostam. A Mercedes transaccionou 274.916 unidades em 2020, uma queda de 13% comparativamente a 2019, mas ainda assim garantiu o terceiro lugar do pódio.

A Audi foi 4ª, com 186.620 veículos (menos 17%), seguida pela Acura (a marca de luxo da Honda) com 136.983 modelos (menos 13,5%) e pela Cadillac (129.495) que, apesar de ter caído 17,1%, foi o primeiro representante entre os fabricantes norte-americanos, secundado pela Lincoln (105.419). A Infiniti, a marca refinada da Nissan, estabeleceu-se na 8ª posição.